Olá, Tomas!

Apresento-vos o Tomas Buteler (calma, não leva acento), o nosso mais recente Web Developer. Quando chegou… mal dávamos por ele, mas rapidamente se habituou à loucura dos Wizards e até já nos ensinou algumas expressões típicas do outro lado do Atlântico. Venham conhecê-lo:

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W: Nasceste na Argentina, cresceste no Brasil e agora és um Wizard em Lisboa. Escapou-nos algum sítio por onde tenhas passado antes de chegar aqui?

T: Antes da minha família se estabelecer no Brasil, passámos três anos em Espanha e outros três no Chile. Acho que vale mais a pena mencionar os dois anos e meio que passei em Melbourne, na Austrália, depois de me casar. Pode parecer estranho mas não teria vindo para Portugal, e certamente não teria me adaptado tão bem, se não tivesse antes passado pela Austrália.

W: Ouvimos dizer que o Clint Eastwood é o responsável por falares inglês com um sotaque Americano. Isto deve-se à tua cinefilia aguda ou és mesmo um grande fã do mestre?

T: Essa era a resposta padrão que dava aos australianos quando eles estranhavam o meu sotaque. Era um ótimo jeito de quebrar o gelo, afinal quem não gosta do Clint Eastwood? Mas a verdade é que se minha cinefilia tivesse alguma influência no jeito que falo ou meus sotaques, eu falaria o inglês britânico “working class” dos filmes do Mike Leigh ou então o finlandês monótono dos filmes do Aki Kaurismäki. Ou então… era mesmo um mudo por adorar Chaplin e Buster Keaton.

W: Se pudesses trabalhar noutra área profissional, o que andarias a fazer neste momento?

T: Sou apaixonado por contos, como todo bom argentino. De vez em quando até me aventuro a escrever os meus e adoraria poder fazer isso em tempo integral.

W: O que é que te tira do sério na WIZ? Vá lá, de certeza que há qualquer coisinha.

T: Não sou de chorar as pitangas, mas esse negócio de trabalhar no Bairro Alto só tem graça para… quem não tem que subir isso a pé todo o dia.

W: Para terminar, se a WIZ fosse um filme… qual seria e porquê?

T: Nossa, essa é difícil… teria que ser um clássico, para começar. Com muito bom humor, mesmo quando as coisas não vão bem. E, definitivamente, com final feliz. Que tal “Groundhog Day” com o Bill Murray, em que ele é obrigado a repetir o mesmo dia várias vezes? Às vezes dá vontade de ficar louco, mas também é a chance de fazer de novo e fazer melhor. Aqui na WIZ é igualzinho. Com menos marmotas.

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