30.10.14
Olá, Tomas!
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Apresento-vos o Tomas Buteler (calma, não leva acento), o nosso mais recente Web Developer. Quando chegou… mal dávamos por ele, mas rapidamente se habituou à loucura dos Wizards e até já nos ensinou algumas expressões típicas do outro lado do Atlântico. Venham conhecê-lo:

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W: Nasceste na Argentina, cresceste no Brasil e agora és um Wizard em Lisboa. Escapou-nos algum sítio por onde tenhas passado antes de chegar aqui?

T: Antes da minha família se estabelecer no Brasil, passámos três anos em Espanha e outros três no Chile. Acho que vale mais a pena mencionar os dois anos e meio que passei em Melbourne, na Austrália, depois de me casar. Pode parecer estranho mas não teria vindo para Portugal, e certamente não teria me adaptado tão bem, se não tivesse antes passado pela Austrália.

W: Ouvimos dizer que o Clint Eastwood é o responsável por falares inglês com um sotaque Americano. Isto deve-se à tua cinefilia aguda ou és mesmo um grande fã do mestre?

T: Essa era a resposta padrão que dava aos australianos quando eles estranhavam o meu sotaque. Era um ótimo jeito de quebrar o gelo, afinal quem não gosta do Clint Eastwood? Mas a verdade é que se minha cinefilia tivesse alguma influência no jeito que falo ou meus sotaques, eu falaria o inglês britânico “working class” dos filmes do Mike Leigh ou então o finlandês monótono dos filmes do Aki Kaurismäki. Ou então… era mesmo um mudo por adorar Chaplin e Buster Keaton.

W: Se pudesses trabalhar noutra área profissional, o que andarias a fazer neste momento?

T: Sou apaixonado por contos, como todo bom argentino. De vez em quando até me aventuro a escrever os meus e adoraria poder fazer isso em tempo integral.

W: O que é que te tira do sério na WIZ? Vá lá, de certeza que há qualquer coisinha.

T: Não sou de chorar as pitangas, mas esse negócio de trabalhar no Bairro Alto só tem graça para… quem não tem que subir isso a pé todo o dia.

W: Para terminar, se a WIZ fosse um filme… qual seria e porquê?

T: Nossa, essa é difícil… teria que ser um clássico, para começar. Com muito bom humor, mesmo quando as coisas não vão bem. E, definitivamente, com final feliz. Que tal “Groundhog Day” com o Bill Murray, em que ele é obrigado a repetir o mesmo dia várias vezes? Às vezes dá vontade de ficar louco, mas também é a chance de fazer de novo e fazer melhor. Aqui na WIZ é igualzinho. Com menos marmotas.

Aqui na WIZ somos loucos por música.

Por isso, nesta minha estreia aqui no blog, não podia deixar de vos falar de um dos nossos mais recentes projectos: o Lusco Fusco.

Trata-se de um conjunto de concertos exclusivos que têm como objectivo apoiar as pequenas grandes bandas nacionais. Estes têm lugar durante o lusco fusco, a hora mágica do dia.

Para os mais distraídos, esta iniciativa marca a entrada de Gazela no universo musical. Como estamos a falar de uma marca que é especialista em grandes momentos, a combinação não podia ser melhor.

Foi por isso que desafiámos o nosso cliente a juntar-se ao Tradiio e, em conjunto, apoiar estes pequenos grandes talentos.

Para aqueles que ainda não conhecem o Tradiio, trata-se de uma plataforma 100% nacional que mistura conceitos como streaming e gaming, onde jogamos à procura de nova música (como se fosse a Bolsa).

Qual a melhor parte deste projecto? É que podemos terminar o dia da melhor forma, com um bom som, uma excelente vista e muitos brindes com Gazela.

Vejam só o primeiro vídeo com os Throes + The Shine em 4K (mega resolução):

28.03.14
Uma aventura.
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Trabalhar com vocês foi uma aventura. Não. Foram muitas aventuras.

Algumas boas outras más. Todas desafiantes. Foram 4 anos de “oh Tats!”, de singelos momentos, de cocktails na copa, de minis ao final da tarde, de bricolage, de “faz-me aí um copy” e “precisamos de um novo post”, de bolas de sabão à janela, de “isso vai já para o Wiz que disse!”, de bonecos em cima da mesa, de roupas iguais, de janelas abertas e janelas fechadas, de ar condicionado ligado e desligado… de sorrisos, de lágrimas, de gritos e palavras de reconhecimento. Foram 4 anos com dias em que a distância entre um  ”ainda não estás lá” e um “é mesmo isso, bom trabalho” foi grande e pequena, foi tortuosa e simples. Foram 4 anos com tudo a que tive e tenho direito. E muito mais… por isso, obrigada.

“Pronto, lá está esta gaja a escrever como o caraças só porque é copy e tem a mania que é das letras e tal.” Aguentem só mais um bocadinho.

As agências fazem-se de pessoas. Aqui conheci muitas pessoas, de todas as formas e feitios. Aprendi muito com cada uma delas. Vivi cada uma delas como um tesouro muito mais importante do que qualquer livro. Levo daqui algumas (e não estou a falar da Junça), mas levo-as porque conquistei a amizade delas ao dar a minha.

Fui uma wizard de corpo e alma e gostei de o ser. Parti pinhatas, parti a cabeça, escrevi, pintei, colei, cortei e cortei-me, mas diverti-me sempre.

Guardarei os momentos, mais do que os papéis, mais do que os bonecos, mais do que as garrafas vazias… mais do que as fotografias.

Mas vá, vamos lá tirar a fotografia da praxe, que eu quero é guardar tudo.

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Até já wizards!

Eis que me vou. É verdade, dois anos volvidos e parece que foi ontem que esta família me acolheu.

Tenho 3 coisas que não podem ficar por dizer:

1. Obrigada.

(Ao Nuno e ao Pedro por terem acreditado em mim, ao Angelo por tudo o que me ensinou, como pessoa e como profissional, à Tats e ao Dani por terem sofrido as minhas dores e por me terem provado que a loucura pode ser vivida a três. Ao Zé pela amizade e “varrimentos do nice”, à Melisa por falar a mesma língua que eu, à Diana pela paz, à Susana por se ter tornado Família, à Nádia pelo “nem tudo o que parece é” e ao Ninja por me ter feito acreditar que as gajas do Algarve até podem ser fixes. Ao Nico e à Té pelos sorrisos na desgraça, ao Pina por ser o meu puto, à Mónica por cuidar do mundo e à Ana Ligeiro pelo Lai Lai Lai Lai. Por fim, mas não com menos importância: à Joana Neves porque soube a pouco, ao Bruno por me provar, todos os dias, que ser normal é a cena mais aborrecida do mundo, ao Gonçalo por rir alto o suficiente para se conseguir ouvir, e ao Grande César, O “peguiçoso”.)

 

2. Obrigada.

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3. Até já.

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Beijos

Jay

Survival Kit é um projecto interno que saiu da cabeça desta menina. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

Susana Carvalho estás pronta?

Ipad Mini – Device mini-me que me ajuda a manter actualizada.

Banana – Na escola, a minha alcunha era “Susana Banana” (e também gosto muito do fruto).

Phones – Não consigo viver sem música.

Óculos – Sou toupeirinha, não vejo um palmo à frente.

Rebuçado Dr. Bayer – É bom para a tosse!

Relógio Casio dourado – Mesmo a usar o relógio chego sempre atrasada.

Wacom Tablet e Pen – São as minhas “outras” mãos.

Batom Labello - Sou a favor da hidratação.

Caricatura – O meu sorriso é a minha imagem de marca. Só se vê dentes. E claro, a minha franjinha.

Livro ‘Velocity’ – Um livro de referência que me faz lembrar: ler nunca é demais.

 

 

Survival Kit é um projecto interno da nossa designer Susana Carvalho. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

Chegou a vez do Angelo Marques.

Bloco de Notas – Criativo que se preze não pode ser apanhado sem um “sketchbook”. No meu caso serve para escrever e desenhar coisas que depois, mais tarde, não percebo.

Ipod – Para mim a música é o molho deste pires de caracóis que é a vida. O meu iPod é tipo, o pão… Mnham.

Pistola-Cantil – Um recipiente metálico devidamente camuflado para bebidas alcoólicas (as outras enferrujam). Mad Men meets Boardwalk Empire. Também é útil para assaltar míopes.

Mão com “Toma” – É uma medida preventiva. Previne tendinites nas outras mãos que já estão fartas de fazer “tomas”.

Óculos de Sol – “Com os meus óculos escuros sou o Jack Nicholson. Sem eles, sou um gordo de 60 anos” – não o diria melhor.

Óculos de Míope – Só não os uso em frente ao espelho. Sem eles ainda era assaltado por algum maluco com uma pistola-cantil na mão.

Carta “Saia da Prisão Grátis” – Porque nunca se sabe o que vai acontecer ao assaltar um míope com uma pistola-cantil na mão.

Frigorífico USB – É onde guardo a pistola-cantil para manter a munição fresca.

Uma Polaroid com o Pina – Sempre que alguém perde uma Polaroid com o Pina, um gatinho bebé é esmagado por elefantes na Índia (sem querer, claro).

Tabaco, Mortalhas & Filtros – Já dizia o Lincoln que gajos sem vícios também não têm virtudes – e diz quem sabe que o Abe sabia o que dizia.

Kindle – O iPod das letras. Cada vez que o “abro” imagino um bando de livros furiosos a gritarem “TRAIDOR!!!”.

Survival Kit é um projecto interno da nossa designer Susana Carvalho. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

O Nuno Silva foi o segundo Wizard a responder.

MacBook – Não acredito nos backups a 100%.

Seractil pills – Depois de uma catástrofe, de certeza que as enxaquecas vão atacar.

Télélé – My life (almost) depends on it.

Cartões da Wiz –  Já trabalhamos os Sapadores Bombeiros de Lisboa? E a Protecção Civil?

Notebook – Se ficar sem bateria no Macbook.

Carimbo “A Gerência da Wiz” – Porque o Estado assim o exige e porque para “ele” uma catástrofe não é desculpa.

Maçã - Agora que comecei a cuidar de mim, não vai ser uma pequena catástrofe que me vai fazer parar.

Bolachas integrais – Pode haver alguém com fome.

Footprints dos filhos – Porque sem eles nada do resto faz sentido.

tralala

Este ano o programa de Natal da agência começou mais cedo.

Os chefinhos esmeraram-se e não foi pouco. Falaram secretamente com malta amiga e organizaram uma espécie de Rally-peddy-paper-das-tascas.

Trabalhar em equipa é o nosso dia a dia e assim continuámos:

Pelas 16h estávamos de saída em busca de pistas que levaram a mais pistas que nos despistaram até ao local da janta.

Puxámos pelas cabeças em conjunto, rimos que nem os perdidos que de facto andámos e ultrapassámos alguns desafios mais atribulados que trilharam o nosso caminho até ao jantar de Natal.

Andámos para cima e para baixo,
Da sobremesa gourmet aos matrecos no Tasco,
Dos miradouros azuleijados às petingas do Terreiro,
E até do vinho quente à água ardente…
Começámos com cogumelos de tinta aparafusados,
Mas acabámos de cogumelos empratados.

E foi assim: um Natal diferente e muito à frente.

O Trálala em rolo:

Um orc e duas gémeas siamesas acompanhadas do respectivo avô.

A capa de uma cassete porno vintage.

Duck Face featuring Miley Cirus

2ª pista: Cogumelos e parafusos, uma receita vencedora.

Sim, o fotógrafo fez figura de parvo para sacar uns sorrisos.

Exame óptico: É assim que se descobre que a graduação está errada.

Pista saborosa: Framboesa, ovos e amêndoas, noz, hortelã e acreditem ou não, a sobremesa gourmet tinha Petazetas.

Um copo a menos e esta não tinha ficado desfocada.

A equipa vencedora deitava foguetes antes da festa.

Brindámos ao melhor vinho quente de Lisboa.

Se tivessem corrido mais rápido, tinham jantado à hora de almoço.

No meio de tanto tropeção, ainda conseguimos fotos com qualidade.

 

Mais uma pista! Quem seria o misterioso perna de pau?

 

Numa escala de lixívia a carvão, o capitão tem passado ardentes temporadas em alto mar…

Quando as equipas se cruzavam, trocavam cogumelos.

O petisco de petingas picantes pedia refresco.

“A menina não passou o passe!” disse o Pica.

Quase que apanhámos uma das famosas carteiristas do eléctrico….

A pista seguinte dependia da vitória, e não estávamos tão enferrujados como parece.

Sim, esta pista foi mesmo na Feira da Ladra.

Não, isto não é a batalha das selfies. E se fosse, perdiam todos.

A menina mais à direita já virava copos imaginários.

Não fazem ideia o torcicolo com que o Angelo acordou.

E daqui para a frente, só conta quem não é confidente.