A Wizard que trata as contas por tu é a nossa aquisição mais recente de 2010. Esperámos 6 anos para a entrevistar só para esta frase fazer sentido: Os últimos são sempre os primeiros.

 

Olá, Mónica.

Wiz: Desvenda-nos este mistério: para além de comprares detergente para a loiça, disparares post-its e fazeres magia com cadernos, o que é que tu fazes na Wiz?
Mónica: Uiiii!!! Faço um pouco de tudo, apoio à área de contabilidade, secretariado, cobranças, faturação… 

W: De que forma é que o teu curso de filosofia já te deu jeito aqui na Wiz?
M: A filosofia ajuda-me a  lidar com os clientes e fornecedores e com as pessoas que não fecham a porta da Wiz para não lhes bater (tenho que recorrer à minha parte filosófica para manter a calma e não partir para a violência :-) ).

W: Sempre quiseste ter esta profissão ou em tempos sonhaste ser nadadora de golfinhos?
M: CREDO nem sei nadar!! Queria ser tipo “CSI” ADORO  tudo o que tem a ver com psicologia criminal.

W: O que é que nós não sabemos sobre ti e devíamos saber?
M: Sou um livro aberto :-) quem me conhece bem sabe que sou a melhor pessoa do mundo e faço tudo o que estiver ao meu alcance para fazer a minha família e amigos felizes… MASSSS tenho um mau feitio terrível (acho que ainda não viram (e não quero que vejam) a Mónica em versão chama :-) :-) .

W: Aqui podíamos chamar-te  “a mulher do papel” ou “a calculadora em pessoa”. E os teus amigos chamam-te por alguma alcunha?
M: Não tenho uma alcunha tenho várias :-) Donuts, Guaxinim, Gordinha, Kikinhas, Mau-feitio, Lontrinha.

W: Por nós, podes ser a “Polícia das Comidas” porque não há dia em que não nos perguntes o que trouxemos para almoçar. Porque é que isto acontece? É o aroma a refogado que sentes logo pela manhã nos transportes públicos, ou é falta de imaginação para o teu cardápio semanal?
M: Adoro comer!! E sou muito mas muito cusca e por isso tenho sempre que perguntar o que trazem para o almoço, já tentei não o fazer mas é mais forte que eu!

W: Pergunta para subir de nível: O que é que mais gostas e menos gostas de fazer na Wiz?
M: Opáaa não gosto de servir cafés e aguas, fico sempre com medo de deixar o tabuleiro cair e pufff. Gosto de números de tudo o que tem a ver com contabilidade.

W: O que é que é preciso ter para pertencer à Turma da Mónica? (oferecer-te um pastel de nata todos os dias)
M: Lindo!!!! Não nãooooooooo. Não é difícil basta serem vocês mesmos. Quase nunca “gosto” das pessoas à primeira vista mas depois é fácil eu gostar e ficar com grandes e boas amizades.

W: Pergunta para ganhar 1 kg: se a Wiz fosse um prato típico português, qual seria? E porquê?
M: Cozido à Portuguesa! Adoro este prato tal como gosto das pessoas com quem trabalho e porque é variado é como as pessoas daqui que são todas diferentes umas das outras.

W: Sabemos que na Wiz és quase como um museu, mas ainda assim, consegues recordar-te da primeira coisa que pensaste quando aqui chegaste?
M: Deusss mas o que é isto?? só gente doida e eu nunca na vida me vou conseguir ambientar a pessoas tão diferentes de mim!

W: Quando sais da Wiz o que é que é o teu “pão nosso de cada dia”?
M: Ir ao ginásio (ou tentar),  ir para casa e ficar a “preguiçar” no sofá, comer sushi, estar com amigos e rir que nem uma perdida.

W: Por fim, conta-nos tudo e não nos escondas nada: o que dizem os teus olhos?
M: Os meus olhos dizem que estou feliz e que essa felicidade reflete-se no passado que tive na WIZ e no futuro que espero ter, quer na vida profissional quer na vida pessoal com os amigos que aqui fiz e com as experiências que tenho vivido e que espero viver.
Estou rodeada de pessoas doidas mas que me fazem muito feliz.

Há um exercício interessante para quebrar o gelo no início de uma sessão de brainstorming. Chama-se “Qualquer-coisa-a-pilhas” e consiste em pegar num objecto comum do dia-a-dia para imaginar como poderia ser melhor se funcionasse a pilhas.

Recentemente, num brainstorm para um dos nossos clientes do mundo dos vinhos, resolvemos praticar uma variação deste exercício para aquecer o miolo. Hoje partilhamos o resultado de 4 Wizards a pensar durante 15 minutos n’ O Copo de Vinho do Futuro:

™ Patent Pending - todos os direitos praticamente reservados...

Valida a tua idade
O copo reconhece impressões digitais e, se não tens idade para beber, activa um qualquer bloqueio de segurança (fecha-se?) ou dispara um alarme extremamente incomodativo. Não, não há forma de hackar esta funcionalidade…

Diz coisas sobre o vinho
O copo analisa o vinho e dá-te informações como por exemplo: qual é o tipo, a região, as castas, a idade, a colheita, o teor alcoólico, se já se tornou mais vinagre do que vinho e por aí fora…

Areja o vinho
Quando se trata de um vinho que beneficia de uma boa oxigenação, o copo faz circular o ar no seu interior com mais intensidade. Este mecanismo é silencioso, claro.

Filtra sedimentos
Quando o vinho tem depósito o copo também trata disso.

Aquece & arrefece
O copo varia a sua própria temperatura para manter o vinho à temperatura ideal para beber.

Funciona como Alcoolímetro
O copo indica qual é o teu nível actual de álcool no sangue – ou vice-versa.

Conta as calorias
… do vinho que já bebeste. Catita, não é?

Evita trocas
Avisa quando alguém pega no teu copo por engano.

Evita o embaciamento dos óculos
Este copo permite beber sem embaciar os óculos. Consta que o embaciamento é um problema comum entre os consumidores de vinho que usam óculos.

Tem disponível um modo Wine Expert(alhão)
Ao activar este modo o copo fica opaco e não transmite mais informações sobre o vinho – permitindo realizar provas cegas e jogos tipo quizzes.

Lava-se sozinho
Dá um jeitão para evitar resíduos quando se provam várias vinhos com o mesmo copo. É também uma funcionalidade obrigatória para qualquer peça de louça do futuro.

Mais ideias? Mandem para nós.

Survival Kit é um projecto interno da nossa designer Susana Carvalho. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

O Nuno Silva foi o segundo Wizard a responder.

MacBook – Não acredito nos backups a 100%.

Seractil pills – Depois de uma catástrofe, de certeza que as enxaquecas vão atacar.

Télélé – My life (almost) depends on it.

Cartões da Wiz –  Já trabalhamos os Sapadores Bombeiros de Lisboa? E a Protecção Civil?

Notebook – Se ficar sem bateria no Macbook.

Carimbo “A Gerência da Wiz” – Porque o Estado assim o exige e porque para “ele” uma catástrofe não é desculpa.

Maçã - Agora que comecei a cuidar de mim, não vai ser uma pequena catástrofe que me vai fazer parar.

Bolachas integrais – Pode haver alguém com fome.

Footprints dos filhos – Porque sem eles nada do resto faz sentido.

Melisa Galvão 

Estojo – Comprei-o por 1€ no Continente, anda comigo desde a escola secundária. Jamais o abandonaria!

Phones – Não gosto de phones grandes porque eu ando sempre com eles e os outros não cabem na carteira. Estes novos da Apple são altamente.

Lenço – Não consigo andar de pescoço descoberto, por isso tenho sempre um lencinho a condizer.

Chás – Adoro beber chá! Qualquer um! Até tenho um com o meu nome =)

Orelhas – Protege-me do frio e de ouvir coisas estúpidas na rua!

Porta-chaves – Comprado numa RoadTrip pela Turquia, para mim tem muitos mais significados do que apenas proteger contra o mau olhado ;)

Carteira -  Prenda de uma grande amiga directamente de Barcelona, cidade que adoro.

Creme das mãos -  Sempre comigo, é um must!

Caderno e caneta – Principais instrumentos de trabalho, acompanham-me em todas as reuniões. Continuo a preferir o papel ao computador.

Tablet – Segunda ferramenta mais importante de trabalho, estou tão habituada a ele que até há coisas que já não consigo fazer com o rato!  Além de funcionar com USB e o rato da MAC levar pilhas… o que me incomoda bastante!

“In one sentence, what is the key to leading people?” I asked.

Throwaway question? Absolutely. I knew no one would answer.

“I think I know,” a man sitting in the back corner said, somewhat hesitantly. “No one cares how much you know until they first know how much you care about them.”

“No, really,” he said, starting to sound more confident. “Yeah we’re in charge and yeah we talk about targets and goals and visions, but our employees don’t care about any of that stuff for very long. We can communicate and engage and connect all we want, but no one really listens to us. They just smile and nod and go back to doing their jobs the way they always do.

“Our employees don’t really care about what we want them to do until they know how much we care about them. When an employee knows – truly knows – that you care about them, then they care about you. And when they know you care, they will listen to you… and they will do anything for you.”

Best answer ever.

Artigo completo: http://www.inc.com/jeff-haden/key-to-leadership-managing-employees.html

quid pro quo

Caros amigos, ultrapassámos a barreira dos 5.000 fãs no Facebook.
É hora de retribuir.

Ora a coisa mais valiosa da Wiz é o nosso trabalho e são as nossas ideias. Por isso fomos ao baú e preparámos
uma série especial de conteúdos: “5 Ideias à Frente que Ficaram para Trás”.

Ao longo desta semana partilharemos convosco 5 propostas da Wiz que nunca chegaram a ver a luz do dia.
Uma ideia por dia, todos os dias.
Quid pro quo.

Esta ideia foi criada há 2 anos.
Fazia parte de um plano que engendrámos para um concurso.

Acontece que a Wiz é composta de gente com muitos talentos diferentes.
Por isso, algures no meio do caos que é preparar tudo para um concurso, aconteceu algo difícilmente imaginável
numa agência (quase) 100% digital: desenhámos propostas à mão.

Graças a esse singelo facto, não só apresentámos maquetes com um ar mais fofinho, como ainda nos inspirámos
para criar a ideia que se segue.

Por algum motivo o vaso está aborrecido...

Ilustração: Susana Carvalho

O briefing é promover a nova colecção de uma notória marca de mobiliário e decoração – e os preços são altamente baixos.
Como “estamos” na internet, um meio interactivo, o que queremos é envolver o público na descoberta dos novos artigos e claro,
dos preços.

A proposta da Wiz é um jogo. Nome de código: iSketcher.
O objectivo é desenhar e adivinhar o que os outros jogadores desenham, como no Pictionary.
A diferença é que queremos pôr as pessoas a desenhar coisas para a casa: mesas, cadeiras, candeeiros, almofadas e por aí adiante.

Em cada turno, 1 artigo da marca – com o respectivo preço – é apresentado ao “Desenhador” para que ele o desenhe com ferramentas de traço muito simples, num tempo limite.

Enquanto isso, até 4 outros jogadores têm a hipótese de tentar adivinhar qual é o artigo.
Para isso, são-lhes apresentadas 6 opções – todas com os preços – e basta clicar no artigo que consideram mais parecido
com o desenho que estão a ver.

Cada um desenha uma vez. Os “adivinhadores” mais rápidos ganham mais pontos, os melhores “desenhadores” também.
Ao final de 5 turnos ganha o jogador com mais pontos.
Há scores, achievements e todas essas coisas que ajudam a fazer crescer um jogo.

Agora a parte importante: todos os artigos apresentados têm um botão muito especial.
Serve para o jogador guardar os que lhe despertarem o interesse na sua área de favoritos.
Assim que o acabar, poderá ver estes artigos em todo o seu esplendor – mais uma vez com os preços.

Propomos lançar o jogo com a nova colecção da marca num microsite.
Propomos criar padrões de decoração para as lojas com os desenhos que as pessoas fizerem dos produtos.
Propomos, se a coisa fizer sucesso, evoluir o jogo para iPhone e Android.
E se continuar a fazer sucesso, propomos continuar a usar esta ferramenta de promoção para novas colecções no futuro.
É só mudar o conteúdo.

À primeira vista o iSketcher pode parecer simples demais.
As pessoas podem não reparar bem nos artigos – e não se vislumbra grande dificuldade em perceber rapidamente o que está a ser desenhado.
A piada acontece quando nos calham vários (ou todos) os artigos da mesma gama.
Aí o jogo obriga-nos a reparar nos pormenores.
Senão como é que vamos distinguir, de entre 6 cabeceiras de cama, qual é que está a ser tão mal desenhada?

 

Era um projecto pioneiro chamado E2trade.
Estava ligado à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
Chegou às mãos da Wiz há poucos anos – quando alterações climáticas, pegadas ecológicas e essa coisa do carbono zero começaram
a entrar em força na cabeça das pessoas.

A ideia do projecto é ajudar empresas e organizações a optimizarem recursos e assim pouparem dinheiro – mais o bónus de poderem gabar-se da sua sustentabilidade.

Muito basicamente, os clientes que aderem ao E2Trade ganham acesso a uma plataforma online. Na plataforma registam os consumos de energia dos seus negócios – energia eléctrica, água, gás e todas as variáveis que possam ser contabilizadas.
A partir desta informação, o E2trade trabalha para optimizar processos e reduzir os consumos destas empresas.

A plataforma já está construída.
O nosso briefing é criar o site institucional para apresentar o serviço E2trade.
Dissecamos conteúdos – os objectivos, os processos, os parceiros, os casos de sucesso – e começamos a estruturar áreas de informação.

Mas sentimos que falta qualquer coisa.
Uma ideia simples, capaz de resumir a essência deste projecto complexo. Muitas dores de cabeça depois, lá encontrámos a resposta. Era tão lógica e estava tão à nossa frente que quase não a víamos.

Apaga lá essa luz...

Ilustração: Virgílio Peres

 

Analisar, contabilizar e reduzir o consumo de recursos.
Esta é a essência do E2trade. Além de apresentar os conteúdos institucionais necessários, queremos recriar esta ideia.
Assim nasce a proposta de um site que poupa recursos essenciais de 5 formas diferentes.

1 – É um site que poupa Energia
Porque é desenhado com fundo preto em vez de branco – e assim consome menos 15 watts de energia para ser visualizado.
Fonte desta informação.

2 – É um site que poupa ainda mais Energia
Porque é assumidamente criado com gráficos vectoriais e poucas ou nenhumas imagens – que “pesam” mais quilobytes.
Quando descobrimos que é preciso meio quilo de carvão para criar, alojar e mover cerca de 20 megabytes de dados é que percebemos a importância disto. Fonte desta informação.

3 – É um site que poupa Tempo
Porque apresenta rapidamente o conceito e ideias principais do E2Trade num vídeo muito curto – e assim consome menos tempo ao visitante.

4 – É um site que Poupa o Ambiente
Porque fica alojado na Greenwebhost. Estes amigos plantam uma árvore para cada um dos seus clientes, têm escritórios com energia solar, deslocam-se de transportes públicos e são uma empresa “paper free”.

5 – É um site que poupa Cliques
Porque é construído com botões grandes e espaçados que funcionam em mouse-over. Assim é possível navegar pela maioria das áreas sem dar um único clique – e poupam-se as componentes mecânicas de todos os ratos de todos os visitantes.

Todas estas poupanças criam um complemento precioso ao conteúdo institucional do site.
São permanentemente actualizadas, contabilizadas e reveladas ao visitante numa série de contadores sempre visíveis.

Sim, nalguns dos parâmetros somos um bocado (talvez bastante) preciosistas.
Mas na realidade, até isso contribui para criar o efeito pretendido.
Afinal queremos transmitir ao público a principal característica do E2Trade: uma verdadeira obsessão pela eficiência energética
e pela optimização dos recursos.