“In one sentence, what is the key to leading people?” I asked.

Throwaway question? Absolutely. I knew no one would answer.

“I think I know,” a man sitting in the back corner said, somewhat hesitantly. “No one cares how much you know until they first know how much you care about them.”

“No, really,” he said, starting to sound more confident. “Yeah we’re in charge and yeah we talk about targets and goals and visions, but our employees don’t care about any of that stuff for very long. We can communicate and engage and connect all we want, but no one really listens to us. They just smile and nod and go back to doing their jobs the way they always do.

“Our employees don’t really care about what we want them to do until they know how much we care about them. When an employee knows – truly knows – that you care about them, then they care about you. And when they know you care, they will listen to you… and they will do anything for you.”

Best answer ever.

Artigo completo: http://www.inc.com/jeff-haden/key-to-leadership-managing-employees.html

11.04.12
#makeitcount
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#makeitcount, a campanha da Weiden & Kennedy London e da AKQA para a Nike está rapidamente a tornar-se mais um sucesso nas redes sociais.

A campanha de publicidade pode ser vista aqui,

e o filme mood lançado pela Nike abaixo.

Mas o que tem criado hype e levado a campanha mais longe (i.e a um público mais mainstream e com um ângulo mais lifestyle e menos atleta geek) é o filme criado pelo Casey Neistat, youtube filmmaker, vendido nos media como um output rebelde (toque de génio). O filme mostra o produto no início (pulseira Nike Fuel) e o resto é história. Ou melhor, o resto é o que qualquer um de nós gostaria de fazer. Juntam-se as citações da humanidade que funcionam como fuel e a meio do filme já estou a encomendar a pulseira.

Cria-se um elo emocional ainda mais forte, mais transversal e mais fun.

Make it Count people. Just Do It.

Os excertos que interessam da carta de Mark Zuckerberg:

The Hacker Way

The Hacker Way is an approach to building that involves continuous improvement and iteration. Hackers believe that something can always be better, and that nothing is ever complete. They just have to go fix it — often in the face of people who say it’s impossible or are content with the status quo.

Hackers try to build the best services over the long term by quickly releasing and learning from smaller iterations rather than trying to get everything right all at once. (…). We have the words “Done is better than perfect” painted on our walls to remind ourselves to always keep shipping.

Hacking is also an inherently hands-on and active discipline. Instead of debating for days whether a new idea is possible or what the best way to build something is, hackers would rather just prototype something and see what works. There’s a hacker mantra that you’ll hear a lot around Facebook offices: “Code wins arguments.”

The examples above all relate to engineering, but we have distilled these principles into five core values for how we run Facebook:

1) Focus on Impact
If we want to have the biggest impact, the best way to do this is to make sure we always focus on solving the most important problems. It sounds simple, but we think most companies do this poorly and waste a lot of time. We expect everyone at Facebook to be good at finding the biggest problems to work on.

2) Move Fast
Moving fast enables us to build more things and learn faster. However, as most companies grow, they slow down too much because they’re more afraid of making mistakes than they are of losing opportunities by moving too slowly. We have a saying: “Move fast and break things.” The idea is that if you never break anything, you’re probably not moving fast enough.

3) Be Bold
Building great things means taking risks. This can be scary and prevents most companies from doing the bold things they should. However, in a world that’s changing so quickly, you’re guaranteed to fail if you don’t take any risks. We have another saying: “The riskiest thing is to take no risks.” We encourage everyone to make bold decisions, even if that means being wrong some of the time.

4) Be Open
We believe that a more open world is a better world because people with more information can make better decisions and have a greater impact. That goes for running our company as well. We work hard to make sure everyone at Facebook has access to as much information as possible about every part of the company so they can make the best decisions and have the greatest impact.

5) Build Social Value
Once again, Facebook exists to make the world more open and connected, and not just to build a company. We expect everyone at Facebook to focus every day on how to build real value for the world in everything they do.

29.12.11
Jogar é bom
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A PSFK publicou mais um dos seus (obrigatórios) relatórios – The Future Of Gaming, que inclui ainda relatório-dentro-do-relatório ainda mais interessante: The Gaming of Good. Várias agências foram desafiadas a responder ao desafio da Climate Reality Project: usando o Earth Day como ponto de partida, como criar notoriedade e promover a mudança de comportamentos através de jogos. O conceito já não é novo. A Volkswagen e a DDB lançaram o The Fun Theory com base neste insight.

O que me chamou à atenção no relatório foi a proposta da W+K. Um twist em alguns jogos mundialmente populares: FarmVille, Angry Birds, Call of Duty, World of Warcraft e Grand Theft Audio, que não só visavam mudar o comportamento do jogador como contribuíam ainda para a angariação de fundos para as causas beneficiárias.

Vale a pena ler o relatório todo e partilhar. E sairmos da caixa.

PSFK Gaming For Good Report

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22.12.11
Retro-fofinho
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Começou há uns três, quatro anos, quando o Nuno Markl escreveu um artigo sobre o Verão Azul (dizia ele, entre outras coisas, que quem não sabia assobiar a música do Verão Azul merecia morrer). O artigo  foi partilhado por email, ainda na altura (horrível!) das chain-letters. Hoje em dia o nosso email agradece ao Facebook. E de repente não havia jantar em que uma pessoa dissesse “tom sawyer” e ficasse tudo horas a falar sobre as séries, os desenhos animados, os jogos, etc. E quando alguém replicava que não conhecia o Agora Escolha, leva com um ar de desprezo. Pobres Almas pensamos nós.

É uma tendência que tem andado a cristalizar, normalmente com a chegada aos 30 anos. Na comunicação vemos isso, as marcas perceberam. Um dos coleccionáveis que estive meeeeeeeeeeesmo para fazer (e não fiz já não sei porquê) foi de uma revista qualquer que oferecia jogos de tabuleiro e peões e mikados e coisas da nossa infância.

Chamo-lhe “retro-fofinho”. E já entra em muitos briefings. E  como partilhar é o que está a dar, e estes fenómenos começam quase sempre, 99% das vezes, via pessoas, aqui está um destes fenómenos que tem tido bastante visibilidade. Chama-se “Back to the future” e basta ver para perceber. Eu já sei o que vou fazer para oferecer à minha mãe nos anos dela. Finalmente uma serventia para aquelas fotos dos anos 80.