Convocámos o Filipe para nos dar o seu “Hello, World!”. Se podemos garantir que as respostas não foram dadas por um software programado para isto? Não. Capaz disso é ele.

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Wiz: Olá Filipe, de uma escala de “está tudo bem, raramente há stress” a “tiro 2 minutos por dia para chorar no WC” como classificas a vida no planeta dos developers?
Filipe: Tiro vários minutos por dia para chorar no WC: quando afinal é para fazer da outra maneira, legacy, bugs, quando sai uma framework nova de javascript…etc…a vida dos developers está cheia de oportunidades para chorar. Mas é uma coisa positiva, é da forma que mantemos os olhos húmidos depois de tantas horas ao computador.

W: Olha, tenho uma tia-avó com 93 anos que – por alguma razão – gostaria imenso de perceber o que raio é ser developer. Consegues explicar-lhe? (eu depois meto isto com letras grandes).
F: Vou tentar com uma analogia à construção civil: Ser developer é como ser um engenheiro civil, trolha, mágico e padre: É preciso pegar no plano e engenhar como é que a casa se vai fazer. Depois de tudo preparado, é por as mãos na massa e martelar o teclado até surgir a casa. Quando está quase pronta, chega-se à conclusão que era melhor dois quartos e que uma casa sem cozinha não funciona e é preciso fazer a magia de alterar a casa toda sem mexer nas vigas mestras. No final, o projecto não era uma casa, mas um parque de estacionamento e é preciso recorrer ao milagre de fazer a coisa funcionar. Se a analogia não funcionar e se a tua tia-avó até for toda para a “frentex” diz-lhe que faço “facebooks” à vontade do freguês.

W: O Filipe-garoto estaria contente se visse o que o Filipe-adulto anda a fazer agora, ou o Filipe-garoto tinha outra profissão de sonho?
F: Depende do quão garoto… O Filipe-garoto queria ser actor, médico ou piloto de aviões. Esse deve estar um pouco desiludido. O Filipe-não-tão-garoto ficaria satisfeito porque sempre se sentiu fascinado pelas novas tecnologias e, por isso, trabalhar no meio é uma enorme satisfação.

W: Vi “Mr Robot” de enfiada e confesso que ando um bocado paranóico. Preciso que me garantas que não és hacker-ultra secreto: o que fazes depois das 19h?
F: Depois das 19h normalmente é a altura ideal para me deitar no sofá e descansar. Depois disso, faço o que toda a gente faz: Ver filmes ou séries, jogar videojogos e às vezes cometo a loucura de programar mais um bocadinho. Mas não deixes de ficar paranóico pois a melhor altura para te “hackear” seria enquanto estivermos os dois na Wiz, ligados à mesma rede…muahahah

W: Imagina que conseguias resolver bugs da vida real, qual escolherias? (eu tenho um que envolve comida quente e óculos embaciados.)
F: Não sei se isto se qualifica como bug da vida real, mas as lides domésticas deviam acontecer automaticamente. Imagina o que era abrir o roupeiro e estar lá a roupa toda lavada e passada ou nunca teres loiça para lavar. Maravilha!

W: Tens de escolher passar o resto da tua vida sem uma destas 3 coisas: cinema, música e videojogos. Qual é que não te faz assim tanta falta?
F: Agora é que me tramaste. Por causa desta malvadeza estou a ponderar se devo ou não hackear-te. Já que tenho mesmo de escolher, terá de ser videojogos. Por nenhuma razão em particular…fiz aqui um programa para tirar a resposta ao calhas.

W: Tempo para uma conversa entre os únicos dois portistas cá do sítio: é tramado aturar uma Wiz cheia de lampiões e lagartos não é?
F: É sempre tramado aturar lampiões e lagartos, especialmente quando o Porto faz uma época destas. Mas verdade seja dita, não são os mais insuportáveis.

W: Assim que entraste na Wiz, qual foi a coisa que viste/ouviste pela primeira vez que te fez pensar “raios partam, onde é que eu me vim meter…” ?
F: Vou evitar esta pergunta respondendo da seguinte forma: uma ou duas semanas após começar na Wiz, decidiram deitar o prédio ao lado (o qual partilhamos uma parede) abaixo. Provavelmente devo ter dito isso quando a barulheira das obras começou.

W: Qual foi a coisa mais marada que apanhaste na internet na última semana? (uma que possas contar).
F: Como cães a andar de bicicleta ou porcos a fazer surf já não surpreendem ninguém, foi o Porto ficar em terceiro lugar. =/

W: Por falar em coisas estranhas: aqui entre nós que ninguém nos lê, já topaste algum hábito estranho de alguém por aqui?
F: Um dos hábitos que acho mais engraçados na Wiz são as pausas para comer amendoins. Além disso, e não sendo um hábito estranho mas também na categoria do engraçado, e sem revelar nomes, existe uma pessoa que quando está na “zone” e a curtir o som gosta de tocar air drums (e não…não sou eu…quer dizer…eu também, mas não me estou a referir a mim).

W: Muito obrigado Filipe! Dá-me um toque se conseguires descobrir como me safar daquele bug chato…
F: Já experimentaste desligar e voltar a ligar?

Procuramos PHP Developer (m/f) para integrar a equipa em full-time

Descrição:
Procuramos um Developer em PHP para integrar equipa dinâmica na criação de aplicações para os nossos clientes. Procuramos alguém com alguma experiência e autonomia na arquitectura e desenvolvimento de aplicações de gestão de conteúdos, plataformas de e-commerce, assim como aplicações integradas com variadas redes sociais.

Requisitos obrigatórios:
• Bons conhecimentos e experiência em arquitectura PHP Object Oriented e MySQL
• Conhecimento de frameworks de desenvolvimento (Laravel preferencialmente, CodeIgniter)
• Experiência em desenvolvimento e/ou integração com webservices REST e SOAP
• Utilização de sistemas de controlo de versões (Git, Mercurial,…)

Valorizamos:
• Conhecimentos de Front-End Dev (CSS3, JS, HTML5, etc.)
• Conhecimentos de Linux type OS e Apache
• Conhecimentos em plataformas de gestão de conteúdos (Concrete5, Symphony, WordPress,…)
• Conhecimentos em desenvolvimento de mobile apps (Android, iPhone…)
• Experiência em desenvolvimento com facebook SDK (tabs, apps…)

Respostas com CV completo para Jobs@wiz.pt

You’ve made it. And also Unit9, Google Chrome Team and Disney Interactive Media Group.

Find Your Way To Oz‘ is a new Chrome experiment inspired by the upcoming feature film ‘Oz The Great and Powerful’. Developed by UNIT9 the 3D environment is built entirely on WebGL and CSS3. Find you own journey…

Making off: http://www.html5rocks.com/en/tutorials/casestudies/oz/

18.01.13
Olá Bruno Gomes!
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Digam olá ao Bruno, o nosso novo Web Developer. Era psicólogo mas ficou louco por programação. Também é contorcionista mas só nos cotovelos – por isso vai dar-se mesmo bem por cá…

Wiz: Quando é que soubeste que a tua função neste mundo era programar cenas?

Bruno: No dia 24 de Janeiro de 2009, pela manhã, entre a cabeceira da minha cama e o lavatório. Agora que olho para trás chego à conclusão que não estava em condições de tomar decisões de mudança de vida.

W: Para além da “geekness” que há em ti, o que é que os teus amigos podem dizer sobre o Bruno?

B: FATAL ERROR: variable “amigos” not defined.

W: Sei que eras freelancer (certo?), o ambiente de agência fascina-te ou assusta-te? É mais ou menos um “challenge accepted”?

B: É sem dúvida um challenge accepted. No entanto, estou perfeitamente tranquilo até porque não tenho qualquer tipo de consciência do sarilho em que me estou a meter. Ainda estou fascinado com o facto de ter humanos a trabalhar ao pé de mim.

W: Agora és um WIZard. Qual é o teu poder secreto?

B: Consigo virar os cotovelos na direcção oposta à que Deus desenhou. Para já ainda não encontrei aplicação prática para o meu poder, excepto meter crianças pequenas a chorar.

W: De uma forma simples e directa: o que é ser programador?

B: Ser programador é criar mundos paralelos do nada. É como fazer puzzles de 10 000 peças em que ao mesmo tempo que as juntas, estás a definir o pedaço de imagem que cada peça vai conter.

W: O que fazias antes de seres programador?

B: Era psicólogo.

 

Os excertos que interessam da carta de Mark Zuckerberg:

The Hacker Way

The Hacker Way is an approach to building that involves continuous improvement and iteration. Hackers believe that something can always be better, and that nothing is ever complete. They just have to go fix it — often in the face of people who say it’s impossible or are content with the status quo.

Hackers try to build the best services over the long term by quickly releasing and learning from smaller iterations rather than trying to get everything right all at once. (…). We have the words “Done is better than perfect” painted on our walls to remind ourselves to always keep shipping.

Hacking is also an inherently hands-on and active discipline. Instead of debating for days whether a new idea is possible or what the best way to build something is, hackers would rather just prototype something and see what works. There’s a hacker mantra that you’ll hear a lot around Facebook offices: “Code wins arguments.”

The examples above all relate to engineering, but we have distilled these principles into five core values for how we run Facebook:

1) Focus on Impact
If we want to have the biggest impact, the best way to do this is to make sure we always focus on solving the most important problems. It sounds simple, but we think most companies do this poorly and waste a lot of time. We expect everyone at Facebook to be good at finding the biggest problems to work on.

2) Move Fast
Moving fast enables us to build more things and learn faster. However, as most companies grow, they slow down too much because they’re more afraid of making mistakes than they are of losing opportunities by moving too slowly. We have a saying: “Move fast and break things.” The idea is that if you never break anything, you’re probably not moving fast enough.

3) Be Bold
Building great things means taking risks. This can be scary and prevents most companies from doing the bold things they should. However, in a world that’s changing so quickly, you’re guaranteed to fail if you don’t take any risks. We have another saying: “The riskiest thing is to take no risks.” We encourage everyone to make bold decisions, even if that means being wrong some of the time.

4) Be Open
We believe that a more open world is a better world because people with more information can make better decisions and have a greater impact. That goes for running our company as well. We work hard to make sure everyone at Facebook has access to as much information as possible about every part of the company so they can make the best decisions and have the greatest impact.

5) Build Social Value
Once again, Facebook exists to make the world more open and connected, and not just to build a company. We expect everyone at Facebook to focus every day on how to build real value for the world in everything they do.

WIZARD WANTED

Na WIZ Interactive estamos a recrutar um(a):

WIZARD

Com vontade e à vontade para trabalhar em:
> Flash AS3, bibliotecas 3D AS3, Adobe Air
> HTML, CSS e JavaScript
> edição básica de imagem em Photoshop e Illustrator

Bate certo contigo?

Conhece-nos em www.wiz.pt
Candidata-te em www.guidetothatparticulargalaxy.com/form/

 
 
 
 
 

A prova de que nem tudo tem de ser feito em flash é o novo website dos Arcade Fire desenvolvido em HTML5 com uma ajudinha do pessoal do Google (daí o site funcionar em pleno apenas no Google Chrome).

The Wilderness Downtown

The Wilderness Downtown

Vale a pena dar uma voltinha (preferencialmente com o Chrome) em http://thewildernessdowntown.com/

Há cerca de uma década atrás, os motores de busca usavam apenas o conteúdo das páginas da web, não qualquer um dos chamados factores “off-page” como links que apontam para uma página da web. Naqueles dias, keywords rapidamente se tornaram numa área onde o qualquer um poderia encher o seu site de keywords irrelevantes sem que o visitante alguma vez visse essa keywords no conteudo do site. Porque a meta tag de keywords foi tão maltratada ao longo do tempo, o Google começou a desrespeitar a meta tag de Keywords.

[flash http://www.youtube.com/v/jK7IPbnmvVU&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&hl=en&feature=player_embedded&fs=1]

se juntarmos isto com isto:

Page-content

The content is one of the most important SEO criteria. Each page should have a good deal of textual content, which should always be unique and of high quality. Try to place your keywords with a density of 5-7 % in the visible content. Also be sure to use keywords in tags like <strong> and <em>. For every picture try to find a describing alt-attribut. For links use the title-attribute. For search engines this is content, too. Use the noscript-tag and noframes-tag to alternatively describe such content.

Temos a resposta para os sites em flash.

“hello, world!”

Esta frase, embora não diga muito para o mundo em geral diz muito para qualquer programador seja em que área for. É tão só uma pequena rotina que qualquer um faz quando está a dar os primeiros passos em qualquer linguagem de programação.
O que é mais engraçado é que os “clássicos” nunca mudam. Podia-se estar a usar hoje em dia frases como “Welcome to digital” (numa perspectiva mais trendy), “I love you” (sendo que o ser humano cada vez necessita de mais miminhos) ou mesmo “I Can” (tendo em conta que a rotina funcionou e ao mesmo tempo porque estamos numa era Obama… mas não, o “hello, world” mantêm-se de pedra e cal desde o tempo em que os cravos percorriam as ruas no nosso país gritando Liberdade, tudo graças a um memorandum da Bell Laboratories sobre linguagem C.
É bom saber que nestes tempos de mudanças ao um ritmo infernal, há coisas que se mantêm estáveis mesmo ao fim de 35 anos.

mais informações em http://en.wikipedia.org/wiki/Hello_world_program