Os excertos que interessam da carta de Mark Zuckerberg:

The Hacker Way

The Hacker Way is an approach to building that involves continuous improvement and iteration. Hackers believe that something can always be better, and that nothing is ever complete. They just have to go fix it — often in the face of people who say it’s impossible or are content with the status quo.

Hackers try to build the best services over the long term by quickly releasing and learning from smaller iterations rather than trying to get everything right all at once. (…). We have the words “Done is better than perfect” painted on our walls to remind ourselves to always keep shipping.

Hacking is also an inherently hands-on and active discipline. Instead of debating for days whether a new idea is possible or what the best way to build something is, hackers would rather just prototype something and see what works. There’s a hacker mantra that you’ll hear a lot around Facebook offices: “Code wins arguments.”

The examples above all relate to engineering, but we have distilled these principles into five core values for how we run Facebook:

1) Focus on Impact
If we want to have the biggest impact, the best way to do this is to make sure we always focus on solving the most important problems. It sounds simple, but we think most companies do this poorly and waste a lot of time. We expect everyone at Facebook to be good at finding the biggest problems to work on.

2) Move Fast
Moving fast enables us to build more things and learn faster. However, as most companies grow, they slow down too much because they’re more afraid of making mistakes than they are of losing opportunities by moving too slowly. We have a saying: “Move fast and break things.” The idea is that if you never break anything, you’re probably not moving fast enough.

3) Be Bold
Building great things means taking risks. This can be scary and prevents most companies from doing the bold things they should. However, in a world that’s changing so quickly, you’re guaranteed to fail if you don’t take any risks. We have another saying: “The riskiest thing is to take no risks.” We encourage everyone to make bold decisions, even if that means being wrong some of the time.

4) Be Open
We believe that a more open world is a better world because people with more information can make better decisions and have a greater impact. That goes for running our company as well. We work hard to make sure everyone at Facebook has access to as much information as possible about every part of the company so they can make the best decisions and have the greatest impact.

5) Build Social Value
Once again, Facebook exists to make the world more open and connected, and not just to build a company. We expect everyone at Facebook to focus every day on how to build real value for the world in everything they do.

29.12.11
Jogar é bom
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A PSFK publicou mais um dos seus (obrigatórios) relatórios – The Future Of Gaming, que inclui ainda relatório-dentro-do-relatório ainda mais interessante: The Gaming of Good. Várias agências foram desafiadas a responder ao desafio da Climate Reality Project: usando o Earth Day como ponto de partida, como criar notoriedade e promover a mudança de comportamentos através de jogos. O conceito já não é novo. A Volkswagen e a DDB lançaram o The Fun Theory com base neste insight.

O que me chamou à atenção no relatório foi a proposta da W+K. Um twist em alguns jogos mundialmente populares: FarmVille, Angry Birds, Call of Duty, World of Warcraft e Grand Theft Audio, que não só visavam mudar o comportamento do jogador como contribuíam ainda para a angariação de fundos para as causas beneficiárias.

Vale a pena ler o relatório todo e partilhar. E sairmos da caixa.

PSFK Gaming For Good Report

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22.12.11
Retro-fofinho
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Começou há uns três, quatro anos, quando o Nuno Markl escreveu um artigo sobre o Verão Azul (dizia ele, entre outras coisas, que quem não sabia assobiar a música do Verão Azul merecia morrer). O artigo  foi partilhado por email, ainda na altura (horrível!) das chain-letters. Hoje em dia o nosso email agradece ao Facebook. E de repente não havia jantar em que uma pessoa dissesse “tom sawyer” e ficasse tudo horas a falar sobre as séries, os desenhos animados, os jogos, etc. E quando alguém replicava que não conhecia o Agora Escolha, leva com um ar de desprezo. Pobres Almas pensamos nós.

É uma tendência que tem andado a cristalizar, normalmente com a chegada aos 30 anos. Na comunicação vemos isso, as marcas perceberam. Um dos coleccionáveis que estive meeeeeeeeeeesmo para fazer (e não fiz já não sei porquê) foi de uma revista qualquer que oferecia jogos de tabuleiro e peões e mikados e coisas da nossa infância.

Chamo-lhe “retro-fofinho”. E já entra em muitos briefings. E  como partilhar é o que está a dar, e estes fenómenos começam quase sempre, 99% das vezes, via pessoas, aqui está um destes fenómenos que tem tido bastante visibilidade. Chama-se “Back to the future” e basta ver para perceber. Eu já sei o que vou fazer para oferecer à minha mãe nos anos dela. Finalmente uma serventia para aquelas fotos dos anos 80.

A Reuters publicou o seu best of de 2011, 24 imagens que descrevem o que aconteceu no nosso mundo. Uma delas chamou-me à atenção, e aquando do mouse over na foto confirmei o palpite. Era mesmo Portugal. Não sei a história que está por detrás. Mas podemos começar a imaginar.

“Ó Vizinha fiquei sem bateria no iPhone e vim aqui dizer-lhe…”

Diz a Reuters: “Two women talk in the Alfama neighborhood in Lisbon.”

17.11.11
UNHATE
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UNHATE.

A nova campanha da Benetton que marca o regresso da marca ao discurso polémico que tanto nos fez pensar nos anos 90. Unhate, don’t hate. Uma campanha conteúdo que puxa pela vontade de cada um para fazer um statement social e político.

Num mundo como o nosso, com tantas coisas boas e más, com tanta manifestação e ocupação, com tanto poder social e tanta mudança de paradigma, UNHATE parece simples e demasiado complexo ao mesmo tempo.

Questões políticas à parte, a campanha segue os padrões normais. Um conteúdo muito polémico, gerador de cobertura mediática, apropriado pelos cidadãos e partilhado via rede sociais, amplificando os canais, a visibilidade e a mensagem. Tornado-se a mensagem cada vez mais forte pela apropriação dos meios.

McLuhan afirmou, em 1967, que o Meio é a Mensagem. Não sonhava ele na altura, a importância da Media Social. Mais ou menos que 40 anos depois, a Media Social tornou-se incontornável. E mais do que amplificar a mensagem, credibiliza-a ou descredibiliza-a, impactando a mensagem.

Vejam aqui o site da Fundação UNHATE, o que se anda a dizer no twitter #unhate, as notícias (o Vaticano decidiu agir judicialmente contra a marca, dando ainda maior visibilidade à campanha) e a Kiss Wall.

 

Flow Festival 2011 from Tsto Creative on Vimeo.

O Flow Festival é um festival de música que ocorre em Helsínquia, na Finlândia, em que traz variados músicos e artistas consagrados e novas promessas do país, assim como do resto do mundo.

Toda a identidade da edição de 2011 é da responsabilidade da agência criativa Tsto, em que o vídeo é uma pequena amostra de parte desse trabalho.

A conhecer também, será o site produzido pela mesma agência para o festival.

2 FACES é uma exposição que inaugura a 14 de Julho, às 18h30, no Cinema São Jorge, e que estará aberta ao público até 31 de Julho.

2 FACES revela 10 histórias de pessoas que tiveram um passado problemático e “recuperaram a face”, exprimindo a representação de duas forças que residem no indivíduo: capacidade de transformação e a força para agir. Com o objectivo de retratar a capacidade de mudança inerente ao ser humano, 2 FACES explora a expressão “ter duas caras”, que remete para a ideia de desconfiança, mas que também pode ser interpretada como sinónimo de uma renovação onde aprendizagem passada contribui para criação de um futuro diferente.

A exposição 2 FACES ganha expressão sob três formas primordiais de retrato: a fotografia, a entrevista e o desenho.

As fotografias e entrevistas (presente) recolhidas são entregues a 10 ilustradores profissionais que, através do desenho (passado), completam a dicotomia de cada pessoa.

As ilustrações estão a cargo dos ilustradores portugueses Afonso Cruz, José Carlos Mendes, Nuno Saraiva, Pedro Carmo, Pedro Gonçalves, Pedro Zamith e Rui Morais, dos espanhóis Antónia Santolaya e Enrique Flores e do pintor Ricardo Paula.

As fotografias são da autoria de Luís Mileu, co-autor do projecto com Ricardo Henriques numa parceria com a revista CAIS.

2 FACES tem o apoio da EGEAC, do Movimento SIM e de várias entidades de solidariedade. Quanto à produção teve o apoio da Ocyan, da agência WIZ que fez o sítio e do atelier MAGA que criou toda a imagem gráfica.

A exposição é completada com o site interactivo que fornece mais pormenores sobre cada artista e sobre as vidas de Luís, Josinda Mário, Anabela, Amílcar, Ilda, José, António, Manuel e Maria.

Há semanas (a memória já me vai falhando, não sei há quantas, 5 ou 6…) partilhei este vídeo no Facebook e as reacções (sim continuo a escrever com consoantes mudas, esta é uma daquelas que se tirar o “c” parece que estou a falar de suinicultura) foram positivas, o pessoal gostou, falou-se do nosso querido ICEP… nada de mais.

Na altura achei que o video era um postal bonito da Islândia, convidativo, mas talvez por falta de tempo ou mesmo de disponibilidade mental (eu sei, eu sei…) não escrevi o porquê de tudo isto, e o que é que isto têm a ver connosco (Portugal).

Continua aqui.

by angelo
11.03.11
Olho para a coisa
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O artigo chama-se “How an Illinois rest stop inspired a web page“.

Fala de como alguém que viu isto…

 

… pensou nisto:

“A lot of the same questions are asked over and over. Enough, in fact, that the dude who answers them is sick of giving the same answer. That answer is “Yes”. So he jumped on a computer somewhere and put together what I can only describe as one of the smartest formats for an FAQ I’ve ever seen”.

A história toda aqui.
A página final aqui.