Convocámos o Filipe para nos dar o seu “Hello, World!”. Se podemos garantir que as respostas não foram dadas por um software programado para isto? Não. Capaz disso é ele.

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Wiz: Olá Filipe, de uma escala de “está tudo bem, raramente há stress” a “tiro 2 minutos por dia para chorar no WC” como classificas a vida no planeta dos developers?
Filipe: Tiro vários minutos por dia para chorar no WC: quando afinal é para fazer da outra maneira, legacy, bugs, quando sai uma framework nova de javascript…etc…a vida dos developers está cheia de oportunidades para chorar. Mas é uma coisa positiva, é da forma que mantemos os olhos húmidos depois de tantas horas ao computador.

W: Olha, tenho uma tia-avó com 93 anos que – por alguma razão – gostaria imenso de perceber o que raio é ser developer. Consegues explicar-lhe? (eu depois meto isto com letras grandes).
F: Vou tentar com uma analogia à construção civil: Ser developer é como ser um engenheiro civil, trolha, mágico e padre: É preciso pegar no plano e engenhar como é que a casa se vai fazer. Depois de tudo preparado, é por as mãos na massa e martelar o teclado até surgir a casa. Quando está quase pronta, chega-se à conclusão que era melhor dois quartos e que uma casa sem cozinha não funciona e é preciso fazer a magia de alterar a casa toda sem mexer nas vigas mestras. No final, o projecto não era uma casa, mas um parque de estacionamento e é preciso recorrer ao milagre de fazer a coisa funcionar. Se a analogia não funcionar e se a tua tia-avó até for toda para a “frentex” diz-lhe que faço “facebooks” à vontade do freguês.

W: O Filipe-garoto estaria contente se visse o que o Filipe-adulto anda a fazer agora, ou o Filipe-garoto tinha outra profissão de sonho?
F: Depende do quão garoto… O Filipe-garoto queria ser actor, médico ou piloto de aviões. Esse deve estar um pouco desiludido. O Filipe-não-tão-garoto ficaria satisfeito porque sempre se sentiu fascinado pelas novas tecnologias e, por isso, trabalhar no meio é uma enorme satisfação.

W: Vi “Mr Robot” de enfiada e confesso que ando um bocado paranóico. Preciso que me garantas que não és hacker-ultra secreto: o que fazes depois das 19h?
F: Depois das 19h normalmente é a altura ideal para me deitar no sofá e descansar. Depois disso, faço o que toda a gente faz: Ver filmes ou séries, jogar videojogos e às vezes cometo a loucura de programar mais um bocadinho. Mas não deixes de ficar paranóico pois a melhor altura para te “hackear” seria enquanto estivermos os dois na Wiz, ligados à mesma rede…muahahah

W: Imagina que conseguias resolver bugs da vida real, qual escolherias? (eu tenho um que envolve comida quente e óculos embaciados.)
F: Não sei se isto se qualifica como bug da vida real, mas as lides domésticas deviam acontecer automaticamente. Imagina o que era abrir o roupeiro e estar lá a roupa toda lavada e passada ou nunca teres loiça para lavar. Maravilha!

W: Tens de escolher passar o resto da tua vida sem uma destas 3 coisas: cinema, música e videojogos. Qual é que não te faz assim tanta falta?
F: Agora é que me tramaste. Por causa desta malvadeza estou a ponderar se devo ou não hackear-te. Já que tenho mesmo de escolher, terá de ser videojogos. Por nenhuma razão em particular…fiz aqui um programa para tirar a resposta ao calhas.

W: Tempo para uma conversa entre os únicos dois portistas cá do sítio: é tramado aturar uma Wiz cheia de lampiões e lagartos não é?
F: É sempre tramado aturar lampiões e lagartos, especialmente quando o Porto faz uma época destas. Mas verdade seja dita, não são os mais insuportáveis.

W: Assim que entraste na Wiz, qual foi a coisa que viste/ouviste pela primeira vez que te fez pensar “raios partam, onde é que eu me vim meter…” ?
F: Vou evitar esta pergunta respondendo da seguinte forma: uma ou duas semanas após começar na Wiz, decidiram deitar o prédio ao lado (o qual partilhamos uma parede) abaixo. Provavelmente devo ter dito isso quando a barulheira das obras começou.

W: Qual foi a coisa mais marada que apanhaste na internet na última semana? (uma que possas contar).
F: Como cães a andar de bicicleta ou porcos a fazer surf já não surpreendem ninguém, foi o Porto ficar em terceiro lugar. =/

W: Por falar em coisas estranhas: aqui entre nós que ninguém nos lê, já topaste algum hábito estranho de alguém por aqui?
F: Um dos hábitos que acho mais engraçados na Wiz são as pausas para comer amendoins. Além disso, e não sendo um hábito estranho mas também na categoria do engraçado, e sem revelar nomes, existe uma pessoa que quando está na “zone” e a curtir o som gosta de tocar air drums (e não…não sou eu…quer dizer…eu também, mas não me estou a referir a mim).

W: Muito obrigado Filipe! Dá-me um toque se conseguires descobrir como me safar daquele bug chato…
F: Já experimentaste desligar e voltar a ligar?

A Wizard que trata as contas por tu é a nossa aquisição mais recente de 2010. Esperámos 6 anos para a entrevistar só para esta frase fazer sentido: Os últimos são sempre os primeiros.

 

Olá, Mónica.

Wiz: Desvenda-nos este mistério: para além de comprares detergente para a loiça, disparares post-its e fazeres magia com cadernos, o que é que tu fazes na Wiz?
Mónica: Uiiii!!! Faço um pouco de tudo, apoio à área de contabilidade, secretariado, cobranças, faturação… 

W: De que forma é que o teu curso de filosofia já te deu jeito aqui na Wiz?
M: A filosofia ajuda-me a  lidar com os clientes e fornecedores e com as pessoas que não fecham a porta da Wiz para não lhes bater (tenho que recorrer à minha parte filosófica para manter a calma e não partir para a violência :-) ).

W: Sempre quiseste ter esta profissão ou em tempos sonhaste ser nadadora de golfinhos?
M: CREDO nem sei nadar!! Queria ser tipo “CSI” ADORO  tudo o que tem a ver com psicologia criminal.

W: O que é que nós não sabemos sobre ti e devíamos saber?
M: Sou um livro aberto :-) quem me conhece bem sabe que sou a melhor pessoa do mundo e faço tudo o que estiver ao meu alcance para fazer a minha família e amigos felizes… MASSSS tenho um mau feitio terrível (acho que ainda não viram (e não quero que vejam) a Mónica em versão chama :-) :-) .

W: Aqui podíamos chamar-te  “a mulher do papel” ou “a calculadora em pessoa”. E os teus amigos chamam-te por alguma alcunha?
M: Não tenho uma alcunha tenho várias :-) Donuts, Guaxinim, Gordinha, Kikinhas, Mau-feitio, Lontrinha.

W: Por nós, podes ser a “Polícia das Comidas” porque não há dia em que não nos perguntes o que trouxemos para almoçar. Porque é que isto acontece? É o aroma a refogado que sentes logo pela manhã nos transportes públicos, ou é falta de imaginação para o teu cardápio semanal?
M: Adoro comer!! E sou muito mas muito cusca e por isso tenho sempre que perguntar o que trazem para o almoço, já tentei não o fazer mas é mais forte que eu!

W: Pergunta para subir de nível: O que é que mais gostas e menos gostas de fazer na Wiz?
M: Opáaa não gosto de servir cafés e aguas, fico sempre com medo de deixar o tabuleiro cair e pufff. Gosto de números de tudo o que tem a ver com contabilidade.

W: O que é que é preciso ter para pertencer à Turma da Mónica? (oferecer-te um pastel de nata todos os dias)
M: Lindo!!!! Não nãooooooooo. Não é difícil basta serem vocês mesmos. Quase nunca “gosto” das pessoas à primeira vista mas depois é fácil eu gostar e ficar com grandes e boas amizades.

W: Pergunta para ganhar 1 kg: se a Wiz fosse um prato típico português, qual seria? E porquê?
M: Cozido à Portuguesa! Adoro este prato tal como gosto das pessoas com quem trabalho e porque é variado é como as pessoas daqui que são todas diferentes umas das outras.

W: Sabemos que na Wiz és quase como um museu, mas ainda assim, consegues recordar-te da primeira coisa que pensaste quando aqui chegaste?
M: Deusss mas o que é isto?? só gente doida e eu nunca na vida me vou conseguir ambientar a pessoas tão diferentes de mim!

W: Quando sais da Wiz o que é que é o teu “pão nosso de cada dia”?
M: Ir ao ginásio (ou tentar),  ir para casa e ficar a “preguiçar” no sofá, comer sushi, estar com amigos e rir que nem uma perdida.

W: Por fim, conta-nos tudo e não nos escondas nada: o que dizem os teus olhos?
M: Os meus olhos dizem que estou feliz e que essa felicidade reflete-se no passado que tive na WIZ e no futuro que espero ter, quer na vida profissional quer na vida pessoal com os amigos que aqui fiz e com as experiências que tenho vivido e que espero viver.
Estou rodeada de pessoas doidas mas que me fazem muito feliz.

Há um exercício interessante para quebrar o gelo no início de uma sessão de brainstorming. Chama-se “Qualquer-coisa-a-pilhas” e consiste em pegar num objecto comum do dia-a-dia para imaginar como poderia ser melhor se funcionasse a pilhas.

Recentemente, num brainstorm para um dos nossos clientes do mundo dos vinhos, resolvemos praticar uma variação deste exercício para aquecer o miolo. Hoje partilhamos o resultado de 4 Wizards a pensar durante 15 minutos n’ O Copo de Vinho do Futuro:

™ Patent Pending - todos os direitos praticamente reservados...

Valida a tua idade
O copo reconhece impressões digitais e, se não tens idade para beber, activa um qualquer bloqueio de segurança (fecha-se?) ou dispara um alarme extremamente incomodativo. Não, não há forma de hackar esta funcionalidade…

Diz coisas sobre o vinho
O copo analisa o vinho e dá-te informações como por exemplo: qual é o tipo, a região, as castas, a idade, a colheita, o teor alcoólico, se já se tornou mais vinagre do que vinho e por aí fora…

Areja o vinho
Quando se trata de um vinho que beneficia de uma boa oxigenação, o copo faz circular o ar no seu interior com mais intensidade. Este mecanismo é silencioso, claro.

Filtra sedimentos
Quando o vinho tem depósito o copo também trata disso.

Aquece & arrefece
O copo varia a sua própria temperatura para manter o vinho à temperatura ideal para beber.

Funciona como Alcoolímetro
O copo indica qual é o teu nível actual de álcool no sangue – ou vice-versa.

Conta as calorias
… do vinho que já bebeste. Catita, não é?

Evita trocas
Avisa quando alguém pega no teu copo por engano.

Evita o embaciamento dos óculos
Este copo permite beber sem embaciar os óculos. Consta que o embaciamento é um problema comum entre os consumidores de vinho que usam óculos.

Tem disponível um modo Wine Expert(alhão)
Ao activar este modo o copo fica opaco e não transmite mais informações sobre o vinho – permitindo realizar provas cegas e jogos tipo quizzes.

Lava-se sozinho
Dá um jeitão para evitar resíduos quando se provam várias vinhos com o mesmo copo. É também uma funcionalidade obrigatória para qualquer peça de louça do futuro.

Mais ideias? Mandem para nós.

Apresentamos mais um Wizard: João Tiago – ou JT – é nosso Luke Skywalker dos Project Managers que luta para tentar manter a ordem no meio do caos.

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Wiz: Olá JT! Para não te obrigar a descrever o que fazes na Wiz, vou-te só pedir que comentes este gif:

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João Tiago: Isto está completamente subvertido! O gestor do projecto é claramente o do meio. Em algumas situações, talvez o “bad ass power ranger”. Nunca o brincalhão relaxado. Isso é para os copys. :D

W: Aqui entre nós que ninguém nos ouve, e sendo tu um gestor de projecto, os Wizards são seres muito dificeis de manter na linha?
JT: Há sempre “jeitos” e maneiras diferentes de lidar com os teus colegas. Não maltratar ninguém até que seja absolutamente necessário é uma importante permissa, mas no geral, os Wizards são todos tranquilos e pacíficos. Excepto quando começa a faltar o café…

W: Sempre andaste nestas lides, ou já te meteste em trabalhos que nada têm a ver com isto de ser Project Manager?
JT: Durante muito anos e até aos dias de hoje estou envolvido em outros tipos de projectos. Sim, já fiz coisas diferentes. Já fui barman, passei um verão como oleiro, talhante (o meu pai ainda espera por mim em alguma altura desta vida), andei na apanha da fruta durante muitos Agostos da minha adolescência, ajudava o meu avô no campo, trabalhei numa biblioteca, andei (e ando) em tour com bandas… Enfim. Já experimentei umas quantas coisas.
No entanto, pode-se dizer que sempre fiz gestão de projectos. Digital ou não, sempre coordenei a implementação e desenvolvimento de ideias, trabalhos e acções. Desde pequeno que gosto desta coisa da responsabilidade e do desafio de tornar ideias em realidade.

W: Por aqui, todos sabemos que és “um gajo da música”. De que forma consegues conciliar esta faceta com a Wiz?
JT: Após o horário da WIZ, dedico-me aos outros projectos em que estou envolvido. Basicamente, o tempo que teria para estar no sofá a coçar a micose, ocupo-o com ensaios, gravações, reuniões, encontros com pessoas e pesquisa de ideias nesta área. Vou a concertos pelo menos uma a duas vezes por semana e confesso que os períodos de “dolce fare niente” são raros.

W: Se eu te pedir para imaginares a banda-sonora do dia-a-dia aqui na Wiz, o que é que te vem à cabeça?
JT: Vou dividir por dias da semana:

2ªf – M83 “Raconte-Moi Une Histoire”
(Ainda) é tudo muito bonito.

3ªf – Tony Britten, Royal Philharmonic Orchestra & Academia de St. Martin “Champions League”
Dia de Sport Lisboa e Benfica.

4ªf – Phoenix “Lasso”
Pode trocar com a terça feira, caso o Benfica jogue à quarta.

5ªf – Savages “City’s Full”
Quando estás no ponto de que tudo te toca no nervo. Especialmente pessoas.

6ªf – Daft Punk “Crescendolls”
F*ck this shit, TGIF!

W: Aconselha aqui à malta um álbum que andes a ouvir ultimamente.
JT: Sufjan Stevens “Carrie & Lowell”

W: Vamos lá testar essa paixão musical: preferias viver um ano sem música, ou sem saber os resultados do Benfica?
JT: Pergunta extremamente difícil. Estou a suar do bigode…
Acho que preferia um ano sem saber os resultados do Benfica. Para compensar podia sempre ouvir o hino e bandas sonoras das claques…

W: Há alguma coisa que possas contar sobre ti, que vá surpreender quem estiver a ler isto?
JT: Tenho fobia a marcadores. Sabes aquele som do marcador a escrever no papel? Ughhh… (Já estou a passar mal só de escrever isto…)

W:As pessoas também te perguntam “Em que bar?” quando dizes que trabalhas no Bairro Alto, ou é só a mim?
JT: Já aconteceu! Acho que os meus amigos pensam que a minha vida é feita a beber copos no Bairro ou sentado no Largo de Camões a ver miúdas giras a passar… Obviamente, é mentira.

W: Para terminar, dou-te a hipótese de deixares um aviso a ti próprio no primeiro dia em que entraste na Wiz.
JT: Aproveita a janela da cozinha enquanto podes porque vais ficar sem ela.

W: Obrigado JT, e que a Força esteja contigo.
JT: Obrigado, pequeno Padawan.

Mesmo a sério!

O que procuramos em ti?

  • Excepcional capacidade de escrita;
  • Boa capacidade criativa;
  • Bom senso (fundamental);
  • Conhecimentos de Publicidade, Comunicação e/ou Marketing;
  • Conhecimento das entranhas dos Social Media (ex.: Facebook Insights);
  • Resiliência psíquica e resistência à frustração;
  • Ambição interminável de aprender (e ensinar) mais e fazer melhor;
  • Conhecimentos mínimos de Mac OS (preferencial);
  • Disponibilidade imediata.

O que vens fazer para a Wiz?

  • Vais ser a voz dos nossos clientes nos Social Media: ou seja vais imaginar e concretizar o que deve ser dito, como deve ser dito e a quem deve ser dito;
  • Vais demonstrar como o trabalho de Social Media é eficaz e relevante: juntando números e elaborando Relatórios sobre as contas que trabalhas;
  • Vais trabalhar às vezes sozinho e outras vezes em equipa na produção de conteúdos, campanhas, websites, newsletters, banners, filmes, apresentações e o que mais nos aparecer à frente.

O que temos para te oferecer?

  • Contrato de trabalho (daqueles mesmo a sério);
  • 630€ “limpos” por mês;
  • Possibilidade e perspectivas de subir na carreira;
  • Uma equipa tão interessada como tu próprio em que faças o melhor trabalho de sempre – e pronta para te apoiar nisso;
  • Um local de trabalho alegadamente inspirador como é o Bairro Alto.

Tens interesse nisto?
O processo de recrutamento vai funcionar em 2 fases:

  1. Explica-nos porque és a pessoa certa. Cria a tua melhor candidatura como se fosse um post para o Facebook. Respeita o formato, arrasa no texto e aproveita com inteligência a possibilidade (opcional) de incluíres um link ou imagem ou vídeo. A ideia é que conta, a estética é irrelevante. Envia para jobs@wiz.pt com o teu CV até 13/07/2015 inclusive.
  2. Se a tua candidatura for considerada elegível receberás um convite para vir até à Wiz conversar connosco. Depois logo se vê.
  3. Se a tua candidatura não for considerada elegível receberás um grande agradecimento pelo interesse e empenho e… amigos como dantes.

Apresentamos-vos os futuros construtores do espaço digital turco – quiçá até internacional.

Blog2
[ Escola Vocacional e Técnica Anatoliana 10 de Dezembro de Kastamonu ]

São os alunos (e professores e tradutores) de dois cursos técnicos de Programação e Webdesign de duas escolas Turcas – e tivemos o privilégio de os receber aqui na Wiz.


[ Escola Vocacional e Técnica Sehitkamil H. Mustafa de Gaziantep ]

Foi com muito orgulho que lhes torrámos a paciência com uma visita guiada à agência…


[ Aparentemente, a atracção mais popular na Wiz é a nossa Siân a trabalhar em tempo real ]

… e lhes apresentámos os nossos projectos e a nossa forma de trabalhar.


[ Lost in Translation? ]

Desejamos-lhes as maiores felicidades e esperamos ter contribuído para um futuro brilhante com muito sucesso profissional. Fica a esperança de um dia retribuirmos a visita. Güle Güle!

20.02.15
Olá, Leandro!
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Mais um Wizard para apresentar. Venham daí conhecer o Leandro:

O Leandro

Wiz: Bem-vindo Leandro, o que te trouxe à Wiz?

Leandro: A oportunidade de voltar a trabalhar com Web e novas tecnologias (html5 e javascript). Já tinha trabalhado na área, mas não correu tão bem como esperava e acabei por mudar de ares.

 

W: Mas és coder desde pequenino? 

L: Não, a minha área de formação e paixão é a multimédia, tudo o que tenha a ver com 3D, jogos e arte conceptual mas principalmente o desenho multimédia.

 

W: E és de cá?

Sou Português, mas não nasci cá. Nasci na Suíça numa pequena terrinha mesmo na fronteira com a França, chamada Meyrin (perto de Geneve). Só vivi lá até aos 3 anos. Não tem muito movimento, mas tenho boas memórias de quando vou lá visitar a família que ainda lá vive. É sossegado e bonito.

 

W: E depois?

L: Vim para Portugal, fiz os meus estudos por cá e depois da faculdade comecei a trabalhar como coder.

 

W: E saltaste directo de lá para cá (Wiz)?

L: Não, depois aventurei-me no mundo dos freelancers que me deu a oportunidade de ir trabalhar para a Dinamarca.

 

W: Altamente! E foste trabalhar como coder?

L: Não, neste caso como artista para o desenvolvimento de um vídeo-jogo. Foi espectacular, o tempo que lá estive mudou-me por completo. Se tiver oportunidade, voltarei certamente à Dinamarca.

 

W: Calma, não vás já que gostamos de te ter connosco! E aqui na Wiz, qual é a coisa de que mais gostas? 

L: O que sinto aqui que de diferente é o facto de termos liberdade criativa. Os inputs que cada um dá para um trabalho são respeitados, as decisões nem sempre são impostas e o resultado dos projectos reflecte sempre o colectivo.

 

W: Bem… corámos! E agora uma coisa que mexa contigo e te faça confusão aqui na Wiz?

L: Hummm, não há muitas coisas que queira partilhar (risos). Houve uma altura que uma colega nossa mexia muito no cabelo e isso desconcentrava-me um pouco.

 

W: Os cabelos Pantene da Wiz agradecem. Então e ao fim do dia, quando sais porta fora, o que puxa por ti?

L: Dedico parte do meu tempo livre a melhorar as minhas vertentes artísticas. Construí a minha máquina de sonho peça a peça e agora tenho usado o meu tempo livre para me divertir com ela.

 

W: Que tipo de máquina?

L: Montei um computador onde posso fazer desenho digital como quero, tenho treinado perspectivas, cores, por aí.

 

W: Desenho digital! Tens alguma coisa que possas partilhar connosco?

L: Do que posso partilhar, tenho uma ilustração da qual gosto bastante:

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W: Espectáculo! E além do desenho digital?

L: Também adoro videojogos. Desde pequeno, das memórias mais antigas que tenho são as tardes a fio passadas com o meu primo na Nintendo. A minha avó chegou a esconder a consola para nós não jogarmos tanto.

 

W: E tens um jogo preferido de sempre?

L: Super Metroid e Metroid Prime. Com sorte fazem um novo nos próximos tempos.

 

W: E a Wiz… se fossemos um videojogo. Qual seríamos?

L: É fácil, Game Dev Tycoon. Geres uma empresa que desenvolve jogos e controlas todos os seus recursos. É parecido com o que fazemos cá.

 

W: Conta-nos uma coisa que nunca tenhas contado a ninguém… 

L: Hummm, difícil! Posso confessar, agora que passámos o Carnaval, que detesto mascarar-me. A última vez que me mascarei foi para um concurso em que ganhavas bilhetes para a antestreia do “Alice no Pais das Maravilhas” do Tim Burton. Investi um balúrdio num fato de Chapeleiro Louco e ganhei os bilhetes com louvor. O que é que aconteceu? Cheguei à bilheteira para levantar os convites e os bilhetes estavam à venda ao público. Desde então, máscaras, nunca mais!

 

W: Já que entrámos nos segredos, conta-nos uma coisa sobre ti que seja diferente das pessoas que te rodeiam.

L: Epá, isso não é fácil! Diria que se tivesse que identificar alguma coisa, revejo-me como uma criança. Às vezes sinto que devia ser mais adulto. Mas não sou, nem quero ser.

 

W: E super poderes, escolhe um, seja ele qual for!

L: Não sou muito fã de comics, por isso não vou dizer nada muito abonecado. Diria que se pudesse escolher qualquer coisa, seria poder escolher o número de horas que durmo, sem sofrer de cansaço.

 

W: Uma escolha bastante útil, sem dúvida. Obrigado por partilhares um bocadinho de ti e bem-vindo à Wiz.

L: Obrigado eu.

 

blog-post2014 está a chegar ao fim e a tua memória já pode ter tido melhores dias, mas… faz lá um esforço.

Lembras-te daquela véspera de Natal que andaste à procura de um SMS de Boas Festas original para enviar ao pessoal?

Este Natal recuperámos na Internet todas aquelas mensagens clássicas que arrancaram risos aos teus familiares e amigos. Mas não ficamos por aqui… decidimos dar-lhe uma roupagem nova. Como? Amassando-as de novo às três pancadas.

Fica o aviso: algumas saem melhor do que outras…

BROAS FESTAS!

Procuramos PHP Developer (m/f) para integrar a equipa em full-time

Descrição:
Procuramos um Developer em PHP para integrar equipa dinâmica na criação de aplicações para os nossos clientes. Procuramos alguém com alguma experiência e autonomia na arquitectura e desenvolvimento de aplicações de gestão de conteúdos, plataformas de e-commerce, assim como aplicações integradas com variadas redes sociais.

Requisitos obrigatórios:
• Bons conhecimentos e experiência em arquitectura PHP Object Oriented e MySQL
• Conhecimento de frameworks de desenvolvimento (Laravel preferencialmente, CodeIgniter)
• Experiência em desenvolvimento e/ou integração com webservices REST e SOAP
• Utilização de sistemas de controlo de versões (Git, Mercurial,…)

Valorizamos:
• Conhecimentos de Front-End Dev (CSS3, JS, HTML5, etc.)
• Conhecimentos de Linux type OS e Apache
• Conhecimentos em plataformas de gestão de conteúdos (Concrete5, Symphony, WordPress,…)
• Conhecimentos em desenvolvimento de mobile apps (Android, iPhone…)
• Experiência em desenvolvimento com facebook SDK (tabs, apps…)

Respostas com CV completo para Jobs@wiz.pt