Dêem as boas vindas à Diana, a nossa nova Designer.

Confessa-se mais observadora do que faladora, mas não dispensa uma boa brincadeira Wizardiana. Venham daí conhecê-la:

blog_30out_wizards_diana

W: Quando/como é que descobriste que querias ser designer?

D: Por volta dos 5 anos. Quando percebi que conseguia desenhar pessoas com dedos das mãos e dos pés, ao contrário dos meus coleguinhas (ou à maioria). Percebi que se calhar até podia ser artista, porque na verdade ainda não sabia muito bem o que era ser designer.

W: Já tiveste outros trabalhos que não tinham nada a ver com isto? Quais?

D: Já. Tive de começar a trabalhar ainda no liceu e, desde lá, não parei. Comecei como funcionária da Zara, depois como assistente de relações públicas no Casino do Estoril e daí fui para a restauração/bares. Nessa área iniciei-me a servir à mesa, depois passei para os bares e terminei (ou espero ter terminado) como barmaid em discotecas ou festas pontuais. Em paralelo, tive sempre trabalhos de promoção em eventos e uns anúncios publicitários.

W: Há alguma coisa que faças fora do trabalho que te ajude no trabalho?

D: Tudo… tenho de entrar em pormenores?

W: Estás sempre muito caladinha. Os Wizards são seres assim tão estranhos?

D: Caladinha quando concentrada. Os Wizards não são estranhos, mas sou mais observadora que faladora – é um facto.

W: Para terminar, quais as vantagens de trabalhar em pleno Bairro Alto?

D: São algumas. Desde trabalhar os glúteos, os gémeos e as pernas diariamente quando venho trabalhar e poupar uns 50 ou 60 euros num ginásio. Como ter uma oferta espetacular de restaurantes, bares e lojas giras a poucos minutos do trabalho. Para além disso, todo este micro espírito cultural e artístico que se vive neste bairro, é uma inspiração diária. Estou satisfeita, não podia estar melhor :) Obrigada Wizards pela recepção, apoio e ensinamento diário que me estão a proporcionar.

30.10.14
Olá, Tomas!
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Apresento-vos o Tomas Buteler (calma, não leva acento), o nosso mais recente Web Developer. Quando chegou… mal dávamos por ele, mas rapidamente se habituou à loucura dos Wizards e até já nos ensinou algumas expressões típicas do outro lado do Atlântico. Venham conhecê-lo:

blog_30out_wizards

W: Nasceste na Argentina, cresceste no Brasil e agora és um Wizard em Lisboa. Escapou-nos algum sítio por onde tenhas passado antes de chegar aqui?

T: Antes da minha família se estabelecer no Brasil, passámos três anos em Espanha e outros três no Chile. Acho que vale mais a pena mencionar os dois anos e meio que passei em Melbourne, na Austrália, depois de me casar. Pode parecer estranho mas não teria vindo para Portugal, e certamente não teria me adaptado tão bem, se não tivesse antes passado pela Austrália.

W: Ouvimos dizer que o Clint Eastwood é o responsável por falares inglês com um sotaque Americano. Isto deve-se à tua cinefilia aguda ou és mesmo um grande fã do mestre?

T: Essa era a resposta padrão que dava aos australianos quando eles estranhavam o meu sotaque. Era um ótimo jeito de quebrar o gelo, afinal quem não gosta do Clint Eastwood? Mas a verdade é que se minha cinefilia tivesse alguma influência no jeito que falo ou meus sotaques, eu falaria o inglês britânico “working class” dos filmes do Mike Leigh ou então o finlandês monótono dos filmes do Aki Kaurismäki. Ou então… era mesmo um mudo por adorar Chaplin e Buster Keaton.

W: Se pudesses trabalhar noutra área profissional, o que andarias a fazer neste momento?

T: Sou apaixonado por contos, como todo bom argentino. De vez em quando até me aventuro a escrever os meus e adoraria poder fazer isso em tempo integral.

W: O que é que te tira do sério na WIZ? Vá lá, de certeza que há qualquer coisinha.

T: Não sou de chorar as pitangas, mas esse negócio de trabalhar no Bairro Alto só tem graça para… quem não tem que subir isso a pé todo o dia.

W: Para terminar, se a WIZ fosse um filme… qual seria e porquê?

T: Nossa, essa é difícil… teria que ser um clássico, para começar. Com muito bom humor, mesmo quando as coisas não vão bem. E, definitivamente, com final feliz. Que tal “Groundhog Day” com o Bill Murray, em que ele é obrigado a repetir o mesmo dia várias vezes? Às vezes dá vontade de ficar louco, mas também é a chance de fazer de novo e fazer melhor. Aqui na WIZ é igualzinho. Com menos marmotas.

by angelo
26.08.14
Olá Marisa
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Apresentamos uma das mais recentes aquisições da família Wiziana. Esta menina aqui em baixo:

A Marisa Batista foi a Eleita entre as mais de 60 pessoas que alinharam na maluquice do nosso processo de recrutamento para o lugar de CopyWriter Criativo(a) – o qual foi um pouco fora e mais prático que o habitual.

Agora que a poeira assentou e que já se habituou ao ambiente e ao ritmo da casa, convidámos a Marisa a partilhar ideias, experiências e conselhos com a malta. Felizmente, ela aceitou:

 

Wiz: Como e porquê escolheste esta profissão?
Marisa: A escrita é o meu fado. Para teres noção, aos 3 anos ainda não sabia escrever e já andava de bloco e caneta para todo o lado. Quanto a esta coisa de escrever para páginas de marcas nas redes sociais, acho que foi a profissão que me escolheu.

W: Há quanto tempo trabalhas nesta área?
M: Ora, deixa-me fazer contas… crio estratégias e conteúdos para redes sociais há quatro anos e meio. Eiishh, já passou assim tanto tempo?!

W: Já tiveste outros trabalhos que não tinham nada a ver com isto?
M: Sim, já trabalhei ao balcão de uma padaria e numa loja de electrodomésticos. Aparentemente não tem nada a ver com isto, mas deu-me algumas bases de como lidar com públicos muito diferentes.

W: Porque raio é que aprendeste Norueguês?
M: Eu queria aprender Dinamarquês, mas por falta de alunos… o curso acabou por não avançar. Como queria mesmo aprender um idioma escandinavo, pedi transferência para o curso de Norueguês que começava dentro de uns dias. Resumindo: as duas línguas são muito semelhantes e este curso já me deu jeito nas minhas passagens pela Dinamarca e Suécia.

W: O que é que fizeste antes de vir para aqui?
M: Já fui jornalista e crítica de cinema. Antes de chegar à Wiz, estava há quase 3 anos nos bastidores de 4 canais de televisão (não posso dizer quais) – a tratar de toda a sua estratégia digital.

W: Como encaraste os desafios do recrutamento?
M: Nunca tinha passado por um recrutamento assim. O único desafio que me causou alguma estranheza foi o da sex shop. Encarei os desafios como uma oportunidade para divertir-me e sair da rotina das contas que trabalhava na altura.

W: Vens de um contexto de trabalho um bocadinho diferente. O que estranhaste nos primeiros dias na Wiz?
M: Vim de um ambiente corporate, cheio de regras e com uma filosofia bastante diferente. O que mais estranhei ao chegar aqui? As pessoas falam entre si, conhecem-se e trocam ideias sobre projectos. Os Wizards são uma família digna de sitcom. Ahh, outra coisa, as janelas abrem. Sim, sei que pode parecer estranho… mas isto não acontecia no edifício onde trabalhava.

W: Achas que os Designers e Programadores têm pancadas diferentes ou parecidas com a tua?
M: Aqui dentro cada um tem a sua pancada, mas acabamos por nos completar e juntos fazer cenas muito fixes.

W: O que fazes fora do trabalho que te ajuda no trabalho?
M: Há um ano que passei a fazer exercício quase todos os dias (sim, Wizards… é por isso que saio daqui sempre apressada e de saco às costas). Pode parecer-te disparatado, mas dá-me mais energia. Para além disso, ajuda-me a aliviar o stress e a concentrar-me nos projectos que trabalho.

W: O que fazes fora do trabalho que não te ajuda no trabalho?
M: Mmmm… adoro fazer construções em LEGO. Gosto especialmente daqueles Lego Creator Expert com muitas peças e cheios de detalhes. Para além de não me ajudar no trabalho, também não é bom para a minha conta bancária.

W: Qual é o conselho que dás a um futuro novo Wizard?
M: Prepara-te para sair da tua zona de conforto e voar. Aqui não há lugar para medos.

W: Como explicas a Wiz a um extraterrestre? Andam uns quantos aqui pelo Bairro…
M: Produzimos conteúdos Web 3.0 para diferentes marcas. Sim, eu sei que para vocês é old fashion… mas estamos sempre atentos às novas tendências. Já agora, o que está a dar lá para as vossas bandas?!

W: O que é que te arrelia na Wiz?
M: Por vezes há algum ruído no open space e tenho dificuldade em me concentrar, mas já resolvi o problema. Quando preciso mesmo, mesmo, do máximo de concentração… mudo-me para a salinha dos puffs.

W: O que dizes de trabalhar num sítio como o Bairro Alto?
M: A calçada é escorregadia e está aos altos e baixos. Por isso, tenho de ter muito cuidado para não escorregar. Sei que não parece, mas sou um pouco clumsy.

W: Se pudesses ter um super-poder qualquer, qual era e porquê?
M: Tendo em conta que ando sempre a correr de um lado para o outro, dava-me jeito ter um super-poder como o do Flash. Assim, ia ficar com mais tempo para fazer coisas fixes.

W: Conta-nos um “fun fact” aleatório que a malta gostasse de saber sobre ti.
M: Deixa cá ver… consigo escrever, de forma perceptível, sem estar a olhar para o papel. Foi uma das habilidades que desenvolvi enquanto jornalista.

W: Para terminar, és um bocado viciada em livros… o que andas a ler agora e o que recomendas à malta?
M: Terminei ontem de manhã o “The Killing 1”, baseado na série de televisão e cuja acção se passa em Copenhaga (uma das minhas cidades preferidas). O que estou a ler agora? “O Homem Duplicado” (José Saramago) e “Writing Habit Mastery – How to Write 2.000 Words a Day and Forever Cure Writer’s Block” (S.J. Scott). O que posso recomendar? A saga da Camilla Läckberg que devorei nos primeiros meses do ano. É uma espécie de Stieg Larsson.

Nestas últimas semanas andámos aqui a recrutar um copy. Felizmente já o encontrámos e estamos agora a fechar os pormenores da contratação.

Como podem compreender, é-me humanamente impossível dar feedback personalizado a toda a gente. É uma coisa que me chateia, por isso escrevi este texto longo e chato. Foi a forma que encontrei para tentar retribuir um pouco a todos os candidatos que levaram um não.

Então recebemos mais de 60 candidaturas neste processo de recrutamento. Um número que nos impressionou bastante, especialmente tendo em conta a forma como conduzimos o processo – com um conjunto de exercícios que “dão mais trabalho” do que simplesmente enviar um CV e um Portfolio.

Começando pelo princípio, lançámos 3 exercícios. Para quem não os apanhou, estão aqui. O processo de candidatura consistiu em resolver um, dois ou os três desafios. É importante referir que não haviam respostas certas nem erradas – e que os desafios que cada candidato escolheu para resolver foram desde logo uma grande ajuda para compreender a motivação e o empenho de cada um.

Posto isto, acredito que compreender os exercícios poderá ajudar-vos em situações semelhantes no futuro e por isso passo a explicá-los um pouco melhor.

O primeiro exercício consistiu em resumir um texto para praticamente metade do seu tamanho original. O objectivo: avaliar a capacidade de sumarizar e sintetizar, a capacidade de reter as ideias essenciais e o equilíbrio entre usar palavras e expressões novas – ou manter as originais.

O segundo exercício consistiu em resolver um briefing mais ou menos semelhante aos que encontramos no dia-a-dia. O exercício foi concebido para avaliar várias coisas diferentes: a) a capacidade de interpretar correctamente um briefing e de perceber exactamente o problema em mãos; b) a criatividade para encaixar ideias antagónicas (pais, filhos e sexo) tanto no conceito como na mecânica de funcionamento; c) a capacidade de criar um nome; d) a capacidade de explicar claramente uma ideia por escrito; e) o conhecimento do formato Facebook Ad (e/ou a vontade de investigar as limitações deste formato); f) por último, mas não menos importante, as recomendações genéricas para este hipotético cliente – revelaram um pouco da costela estratégica de cada candidato.

O terceiro exercício consistiu em criar três posts ou conteúdos “social media”, sob um mesmo tema, para três das marcas que trabalhamos actualmente. São marcas muito diferentes no seu tom e o objectivo foi avaliar tanto a versatilidade criativa como a capacidade de adequação ao tom que as marcas já praticam.

Lançado o desafio, a grande maioria das candidaturas vieram de pessoas com alguma experiência na área. Realmente impressionante foi o facto de um quarto dos candidatos que se empenharam em resolver os exercícios trabalharem e/ou terem experiência não nesta área, mas noutras completamente diferentes: Museologia, Banca, Finanças, Gestão e Administração, Recursos Humanos, Fisioterapia e Massagem, Jornalismo, Rádio, Guionismo, Realização, Encenação, Interpretação Artística, Música e até Comédia.

No meio disto tudo, para todos os candidatos que ouviram um não – mas especialmente para vocês, pessoas que (ainda) desconhecem a vida numa agência – gostaria de deixar uma mensagem de incentivo.

Sejam duros e nunca desistam.
Pelo que se vê nos case studies e blogs das agências, é fácil imaginar que esta é uma profissão encantadora: que temos a informação e o tempo que são precisos para pensar nos problemas, para ter algumas ideias assim-assim e para chegar a uma grande revelação “shã-nããã” que toda a gente (incluindo o cliente) compreende, concorda, aceita e compra.

Era bom que assim fosse e sim, até há algum glamour no meio disto tudo. No fundo usamos mais t-shirts, ténis e óculos de massa do que a maioria, trabalhamos num ambiente menos formal e com pessoas mais coloridas – e às vezes até aliviamos algum do nosso stress de formas menos convencionais.

Mas a realidade é que a vida nesta área é difícil e fazer isto todos os dias é mais duro do que parece.

Diária e consistentemente temos de criar e apresentar muitas, muitas ideias. Até aqui tudo bem. Só que a maior parte dos “nossos bebés” acaba literalmente no lixo sem dó nem piedade – e uma boa parte das ideias que sobrevivem acabam mutiladas ou deformadas no processo. Um criativo de profissão tem de dominar, antes de tudo o resto, a rejeição e a frustração. Tem de canalizar essa energia para fazer melhor da próxima vez – e viver com (alguma) sanidade mental até ao próximo dia. Tem de ser duro e nunca desistir.

Isto porque para muitos, muitos dias de suor e lágrimas há, de quando em vez, um dia bom. O dia em que o teu melhor trabalho sai para a rua (mais ou menos) ileso. O dia em que “a internet” reage como previste ou ainda melhor, com mais emoção. O dia em que o teu director, o teu cliente, o teu público, a tua concorrência e até a tua avó te dão os parabéns, porque fizeste qualquer coisa que tocou as pessoas, que as fez pensar, que ajudou a resolver um problema ou a vender um produto que vale a pena. Nesse dia, este é o melhor trabalho do mundo.

A imaginação treina-se, a criatividade aprende-se e a escrita pratica-se.
A dureza não. A dureza tem que nascer com vocês.
Por isso sejam duros e nunca desistam.
Os dias bons não tardarão em chegar.

Obrigado a todos por alinharem nesta maluquice.

28.03.14
Uma aventura.
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Trabalhar com vocês foi uma aventura. Não. Foram muitas aventuras.

Algumas boas outras más. Todas desafiantes. Foram 4 anos de “oh Tats!”, de singelos momentos, de cocktails na copa, de minis ao final da tarde, de bricolage, de “faz-me aí um copy” e “precisamos de um novo post”, de bolas de sabão à janela, de “isso vai já para o Wiz que disse!”, de bonecos em cima da mesa, de roupas iguais, de janelas abertas e janelas fechadas, de ar condicionado ligado e desligado… de sorrisos, de lágrimas, de gritos e palavras de reconhecimento. Foram 4 anos com dias em que a distância entre um  ”ainda não estás lá” e um “é mesmo isso, bom trabalho” foi grande e pequena, foi tortuosa e simples. Foram 4 anos com tudo a que tive e tenho direito. E muito mais… por isso, obrigada.

“Pronto, lá está esta gaja a escrever como o caraças só porque é copy e tem a mania que é das letras e tal.” Aguentem só mais um bocadinho.

As agências fazem-se de pessoas. Aqui conheci muitas pessoas, de todas as formas e feitios. Aprendi muito com cada uma delas. Vivi cada uma delas como um tesouro muito mais importante do que qualquer livro. Levo daqui algumas (e não estou a falar da Junça), mas levo-as porque conquistei a amizade delas ao dar a minha.

Fui uma wizard de corpo e alma e gostei de o ser. Parti pinhatas, parti a cabeça, escrevi, pintei, colei, cortei e cortei-me, mas diverti-me sempre.

Guardarei os momentos, mais do que os papéis, mais do que os bonecos, mais do que as garrafas vazias… mais do que as fotografias.

Mas vá, vamos lá tirar a fotografia da praxe, que eu quero é guardar tudo.

wizards

Até já wizards!

Survival Kit é um projecto interno da nossa designer Susana Carvalho. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

Entra em cena a Jay Jay:

Notebook - O reflexo da minha cabeça, das minhas ideias, das minhas tarefas e das minhas decisões.

Caneta Uni-ball - É a única que utilizo. Com ela, as palavras deslizam.

Pinças - Como organizadora compulsiva esta é a minha arma de eleição.

Saco de água quente - Sou friorenta. Isto é ponto assente.

Phones - Sou a chata que está sempre de phones. Porquê? A música é o meu estado de alma. Para tudo há uma banda sonora.

Caneta gigante - Um presente de quem também escreve e sabe que nas palavras está a maior força do mundo.

Foto - Sou um ser social. Acho que até demais.

Sigg - Água, Água, Água… o melhor da vida.

Óculos - Sou aquela pessoa que foi melhorando a visão à medida que cresceu, o que não quer dizer que sejam dispensáveis.

Manta - Foi a minha mãe que me ofereceu. Ela sou eu, eu sou ela. Já mencionei que sou friorenta?

Bolsinha Bainha de Copas - Gosto de moda. Mas gosto mais ainda de organização e por isso lá dentro tenho um mundo de coisas que preciso e outro que se calhar não preciso.

Survival Kit é um projecto interno que saiu da cabeça desta menina. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

Susana Carvalho estás pronta?

Ipad Mini – Device mini-me que me ajuda a manter actualizada.

Banana – Na escola, a minha alcunha era “Susana Banana” (e também gosto muito do fruto).

Phones – Não consigo viver sem música.

Óculos – Sou toupeirinha, não vejo um palmo à frente.

Rebuçado Dr. Bayer – É bom para a tosse!

Relógio Casio dourado – Mesmo a usar o relógio chego sempre atrasada.

Wacom Tablet e Pen – São as minhas “outras” mãos.

Batom Labello - Sou a favor da hidratação.

Caricatura – O meu sorriso é a minha imagem de marca. Só se vê dentes. E claro, a minha franjinha.

Livro ‘Velocity’ – Um livro de referência que me faz lembrar: ler nunca é demais.

 

 

A Wiz acaba de lançar o novo site Limiano.pt.

Além de brindarmos com as habituais minis comemorativas, pensámos que seria interessante partilhar aqui algum do pensamento criativo que lhe deu origem – porque é que o site é como é e faz o que faz.

Na fase da maquete, o José Sobral ilustrou alguns dos momentos para orientar a estética geral e a produção fotográfica para o site.

Na fase da maquete, o José Sobral ilustrou alguns dos momentos para orientar a estética geral e a produção fotográfica para o site.

Briefing: O novo site deve evidenciar a ideia que a gama de produtos Limiano abrange os vários momentos de consumo do dia-a-dia.
Solução: A entrada do site muda ao longo do dia. Conforme estamos mais perto da hora do pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar ou ceia, o site reflecte em visual e copy o ambiente desse momento, apresentando um produto e uma receita, mesmo a calhar para a ocasião.

O Zé desenha como o caneco, não desenha?]

O Zé desenha como o caneco, não desenha?

Briefing: O novo site deve reflectir e potenciar o eixo de comunicação emocional da marca: “Limiano, o queijo que faz parte da família”.
Solução: Tanto a produção fotográfica para os momentos da homepage, como os copys e microcopys ao longo do site foram orientados para ambientes e ideias familiares. A própria arquitectura de informação reflecte imediatamente a assinatura num “menu-assinatura” principal:
> Limiano: Área institucional
> O Queijo: Gama de Produtos
> Que faz parte da família: Conteúdos extra-marca – receitas fornecidas por autênticas famílias (tanto dos colaboradores Limiano como dos próprios consumidores) e uma ferramenta para criar Diplomas de reconhecimento e carinho para qualquer membro da família. Novos conteúdos estão planeados para esta área.

Abordagem à estrutura geral de conteúdos.

Briefing: O novo site deve ser intimista, sensorial e deixar o visitante com água na boca.
Solução: O design foi orientado para uma experiência visual rica e impactante – para encher a vista e o coração. Com recurso a tecnologias Html5, CSS3 e PHP, as imagens e os conteúdos são sempre que possível “full screen”, adaptando-se às diferentes resoluções de ecrã em computador ou tablet. A solução estética combina fotografias “appetite appeal” em plano fechado e, ao longo das diferentes áreas, diferentes texturas transmitem uma sensação de proximidade e conforto.

Um dia ainda vamos emoldurar e/ou vender estes bonecos do Zé.

Um dia ainda vamos emoldurar e/ou vender estes bonecos do Zé.

Vale a pena confirmar estas e outras coisas em primeira mão no site, por isso fica o convite para uma visita e… bom apetite.