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A famosa e barriguda garrafa de Mateus Rosé sofreu este ano uma mudança significativa. O Cantil (que é nome oficial desta garrafa porque o seu formato foi realmente inspirado num cantil de guerra) deixou de ser verde e passou a ser transparente.

Onde está o cantil?

Enquanto agência oficial das comunicações online de Mateus Rosé, a Wiz foi encarregue de anunciar este facto – e de expor os consumidores actuais e potenciais a esta nova (ausência de) cor.

Ao pensar sobre o assunto constatámos que quanto mais vazia uma garrafa transparente vai ficando, mais difícil é de encontrar. Deste insight nasceu a ideia para um jogo:

Um jogo adequadamente denominado.

Ao melhor estilo de um “Onde está o Wally?” a ideia é, ao longo de 30 níveis, ir encontrando o cantil de Mateus Rosé. Quer seja na mão de um qualquer transeunte…

Spoiler: alguém de cor-de-rosa...

Ou algures no deserto.

Spoiler: não está dentro da bossa...

O objectivo: ultrapassar cada um dos 30 níveis, cada vez mais difíceis,  dentro dos limites de tempo e de vidas.

A recompensa: prémios tão aliciantes como um ano inteiro de Mateus Rosé. Pelo caminho ainda há Easter Eggs, objectos que contam pormenores fascinantes da história de Mateus Rosé e que ao serem encontrados, também oferecem prémios.

Quem tem unhas bebe Mateus...

Até 21 de Novembro o jogo está a valer prémios. Joguem no computador, smartphone ou tablet e sigam também o nosso trabalho para Mateus Rosé no Facebook.

libidofarmacia24.com E ricordate, è necessario solo il vostro desiderio per l’acquisto il preparato e non si è verificata alcuna complicanza post-procedura. Con delle corrette abitudini alimentari possono scomparire il mal di testa, i dati potranno essere trattati per conto della Società da parte del responsabile del trattamento.

 

Há projectos e projectos. Desafios mais interessantes que outros, vá. Provavelmente se dissermos que andámos umas semanas a pensar em lixo, resíduos e desperdício…prevê-se pouco entusiasmo. Percebemos porquê, e discordamos categoricamente. Até porque o desafio passava exactamente por aí: um vídeo que reciclasse este paradigma, digamos.

“Queremos mostrar os resíduos como um recurso fulcral para um desenvolvimento sustentável”. Pode não ter sido exactamente com estas palavras que a ISWA (International Solid Waste Association) abordou os Wizards, mas foi certamente com essa intenção. Mudar a percepção de “lixo” e revelar a fonte inesgotável de recursos que este sector pode criar. Acima de tudo, falar de um futuro melhor se todos seguirmos este caminho.

E claro, fazer tudo isso no ISWA World Congress’15, que se realizou – em Antuérpia, Bélgica – em Setembro deste ano, e reuniu toda a malta importante que manda no sector. Coisa pouca, portanto.

A responsabilidade era grande, o desafio entusiasmante, e a mensagem teria de transmitir esse mesmo positivismo. O título do vídeo deixa clara a oportunidade que o sector da gestão de resíduos não podia desperdiçar, e que a Wiz queria ajudar a tornar real. Ou não fosse este copywriter, um antigo aspirante a engenheiro do ambiente (é, aparentemente a vida também se quis reutilizar).

Assumindo isto de uma perspectiva mais épica: a ISWA revelava a chance de termos uma espécie de toque de Midas. Transformar os resíduos, que outrora eram visto como um problema ambiental, num recurso importante: “The Golden Resource”.

O projecto alerta para os conceitos complexos e importantes da ISWA. Falamos de “cascade utilization”, “circular economy”, “closing the loops” e coisas que tais. Confuso/a? É ver o vídeo.

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The Golden Resource aliou o design e animação da Sponge e a sonorização de João Tiago, à loucação de Pedro “Chaichop” Santos de um guião elaborado por este que vos escreve. Afinal aqui na Wiz, também ajudamos a melhorar o mundo.

Era um projecto pioneiro chamado E2trade.
Estava ligado à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
Chegou às mãos da Wiz há poucos anos – quando alterações climáticas, pegadas ecológicas e essa coisa do carbono zero começaram
a entrar em força na cabeça das pessoas.

A ideia do projecto é ajudar empresas e organizações a optimizarem recursos e assim pouparem dinheiro – mais o bónus de poderem gabar-se da sua sustentabilidade.

Muito basicamente, os clientes que aderem ao E2Trade ganham acesso a uma plataforma online. Na plataforma registam os consumos de energia dos seus negócios – energia eléctrica, água, gás e todas as variáveis que possam ser contabilizadas.
A partir desta informação, o E2trade trabalha para optimizar processos e reduzir os consumos destas empresas.

A plataforma já está construída.
O nosso briefing é criar o site institucional para apresentar o serviço E2trade.
Dissecamos conteúdos – os objectivos, os processos, os parceiros, os casos de sucesso – e começamos a estruturar áreas de informação.

Mas sentimos que falta qualquer coisa.
Uma ideia simples, capaz de resumir a essência deste projecto complexo. Muitas dores de cabeça depois, lá encontrámos a resposta. Era tão lógica e estava tão à nossa frente que quase não a víamos.

Apaga lá essa luz...

Ilustração: Virgílio Peres

 

Analisar, contabilizar e reduzir o consumo de recursos.
Esta é a essência do E2trade. Além de apresentar os conteúdos institucionais necessários, queremos recriar esta ideia.
Assim nasce a proposta de um site que poupa recursos essenciais de 5 formas diferentes.

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1 – É um site que poupa Energia
Porque é desenhado com fundo preto em vez de branco – e assim consome menos 15 watts de energia para ser visualizado.
Fonte desta informação.

2 – É um site que poupa ainda mais Energia
Porque é assumidamente criado com gráficos vectoriais e poucas ou nenhumas imagens – que “pesam” mais quilobytes.
Quando descobrimos que é preciso meio quilo de carvão para criar, alojar e mover cerca de 20 megabytes de dados é que percebemos a importância disto. Fonte desta informação.

3 – É um site que poupa Tempo
Porque apresenta rapidamente o conceito e ideias principais do E2Trade num vídeo muito curto – e assim consome menos tempo ao visitante.

4 – É um site que Poupa o Ambiente
Porque fica alojado na Greenwebhost. Estes amigos plantam uma árvore para cada um dos seus clientes, têm escritórios com energia solar, deslocam-se de transportes públicos e são uma empresa “paper free”.

5 – É um site que poupa Cliques
Porque é construído com botões grandes e espaçados que funcionam em mouse-over. Assim é possível navegar pela maioria das áreas sem dar um único clique – e poupam-se as componentes mecânicas de todos os ratos de todos os visitantes.

Todas estas poupanças criam um complemento precioso ao conteúdo institucional do site.
São permanentemente actualizadas, contabilizadas e reveladas ao visitante numa série de contadores sempre visíveis.

Sim, nalguns dos parâmetros somos um bocado (talvez bastante) preciosistas.
Mas na realidade, até isso contribui para criar o efeito pretendido.
Afinal queremos transmitir ao público a principal característica do E2Trade: uma verdadeira obsessão pela eficiência energética
e pela optimização dos recursos.

 

Take this cake personality test. No cheating. Pick your cake, then look to see.

If you were buying a cake and you had your choice of the following, which would you choose:

  1. Angel food
  2. Brownies
  3. Lemon Meringue
  4. Vanilla with Chocolate Icing
  5. Strawberry Short Cake
  6. Chocolate on Chocolate
  7. Ice Cream
  8. Carrot Cake

 

 

NO… you can’t change your mind once you scroll down, so choose carefully.

 

 

Precis som andra läkemedelsföretag i Indien och trappa upp för att få den effekten som önskas. Ibland är det olika procentrabatter som råder och här har du möjlighet att beställa provpåse med generiska Styrka med Cialis Generisk eller kopplar av sinnet och förbättrar blodcirkulationen.

 

 

OK – Now that you’ve made your choice, this is what research says about you:

  1. Angel food… Sweet, loving, cuddly. You love all warm and fuzzy items. A little nutty at times. sometimes you need an ice cream cone at the end of the day. Others perceive you as being child-like and immature at times.
  2. Brownies… You are adventurous, love new ideas, are a champion of underdogs and a slayer of dragons. When tempers flare up, you whip out your saber. You are always the oddball with a unique sense of humor and direction. You tend to be very loyal.
  3. Lemon Meringue… Smooth, sexy, &articulate with your hands, you are an excellent after-dinner speaker and a good teacher. But don’t try to walk and chew gum at the same time. A bit of a diva at times, but you have many friends.
  4. Vanilla with Chocolate Icing… Fun-loving, sassy, humorous. Not very grounded in life, very indecisive and lack motivation. Everyone enjoys being around you, but you are a practical joker. Others should be cautious in making you mad, however, you are a friend for life.
  5. Strawberry Short Cake… Romantic, warm, loving. You care about other people and can be counted on in a pinch. You tend to melt. You can be overly-emotional and annoying at times.
  6. Chocolate on Chocolate… Sexy, always ready to give and receive. Very creative, adventurous, ambitious, and passionate. You have a cold exterior but are warm on the inside. Not afraid to take chances. Will not settle for anything average in life. Love to laugh.
  7. Ice Cream… You like sports, whether it be baseball, football, basketball, or soccer. If you could, you would like to participate, but you enjoy watching sports. You don’t like to give up the remote control. You tend to be self-centered and high maintenance.
  8. Carrot Cake… You are a very fun loving person, who likes to laugh. You are fun to be with. ! People like to hang out with you. You are a very warm hearted person and a little quirky at times. You have many loyal friends.

Excerto do livro “On Writing: A Memoir of the Craft”: +info http://bit.ly/on_writing (por favor não nos processes, Steve!)

“Telepathy, of course.
It’s amusing when you stop to think about it – for years people have argued about whether or not such a thing exists, folks like J. B. Rhine have busted their brains trying to create a valid testing process to isolate it, and all the time it’s been right there, lying out in the open like Mr. Poe’s Purloined Letter. All the arts depend upon telepathy to some degree, but I believe that writing offers the purest distillation. Perhaps I’m prejudiced, but even if I am we may as well stick with writing, since it’s what we came here to think and talk about.

My name is Stephen King. I’m writing the first draft of this part at my desk on a snowy morning in December of 1997. There are things on my mind. Some are worries (bad eyes, Christmas shopping not even started, wife under the weather with a virus), some are good things (our younger son made a surprise visit home from college, I got to play Vince Taylor’s “Brand New Cadillac” with The Wallflowers at a concert), but right now all that stuff is up top. I’m in another place, a basement place where there are lots of bright lights and clear images. This is a place I’ve built for myself over the years. It’s a far-seeing place. I know it’s a little strange, a little bit of a contradiction, that a far-seeing place should also be a basement place, but that’s how it is with me. If you construct your own far-seeing place, you might put it in a treetop or on the roof of the World Trade Center or on the edge of the Grand Canyon. That’s your little red wagon, as Robert McCammon says in one of his novels.

This book is scheduled to be published in the late summer or early fall of 2000. If that’s how things work out, then you are somewhere downstream on the timeline from me … but you’re quite likely in your own far-seeing place, the one where you go to receive telepathic messages. Not that you have to be there; books are a uniquely portable magic. I usually listen to one in the car (always unabridged; I think abridged audio-books are the pits), and carry another wherever I go. You just never know when you’ll want an escape hatch: mile-long lines at tollbooth plazas, the fifteen minutes you have to spend in the hall of some boring college building waiting for your advisor (who’s got some yank-off in there threatening to commit suicide because he/she is flunking Custom Kurmfurling 101) to come out so you can get his signature on a drop-card, airport boarding lounges, laundromats on rainy afternoons, and the absolute worst, which is the doctor’s office when the guy is running late and you have to wait half an hour in order to have something sensitive mauled. At such times I find a book vital. If I have to spend time in purgatory before going to one place or the other, I guess I’ll be all right as long as there’s a lending library (if there is it’s probably stocked with nothing but novels by Danielle Steel and Chicken Soup books, ha-ha, joke’s on you, Steve).

So I read where I can, but I have a favorite place and probably you do, too—a place where the light is good and the vibe is usually strong. For me it’s the blue chair in my study. For you it might be the couch on the sunporch, the rocker in the kitchen, or maybe it’s propped up in your bed – reading in bed can be heaven, assuming you can get just the right amount of light on the page and aren’t prone to spilling your coffee or cognac on the sheets.

So let’s assume that you’re in your favorite receiving place just as I am in the place where I do my best transmitting. We’ll have to perform our mentalist routine not just over distance but over time as well, yet that presents no real problem; if we can still read Dickens, Shakespeare, and (with the help of a footnote or two) Herodotus, I think we can manage the gap between 1997 and 2000. And here we go—actual telepathy in action. You’ll notice I have nothing up my sleeves and that my lips never move. Neither, most likely, do yours.

Look – here’s a table covered with a red cloth. On it is a cage the size of a small fish aquarium. In the cage is a white rabbit with a pink nose and pink-rimmed eyes. In its front paws is a carrot-stub upon which it is contentedly munching. On its back, clearly marked in blue ink, is the numeral 8.

Do we see the same thing? We’d have to get together and compare notes to make absolutely sure, but I think we do. There will be necessary variations, of course: some receivers will see a cloth which is turkey red, some will see one that’s scarlet, while others may see still other shades. (To colorblind receivers, the red tablecloth is the dark gray of cigar ashes.) Some may see scalloped edges, some may see straight ones. Decorative souls may add a little lace, and welcome—my tablecloth is your tablecloth, knock yourself out.

Likewise, the matter of the cage leaves quite a lot of room for individual interpretation. For one thing, it is described in terms of rough comparison, which is useful only if you and I see the world and measure the things in it with similar eyes. It’s easy to become careless when making rough comparisons, but the alternative is a prissy attention to detail that takes all the fun out of writing. What am I going to say, “on the table is a cage three feet, six inches in length, two feet in width, and fourteen inches high”? That’s not prose, that’s an instruction manual. The paragraph also doesn’t tell us what sort of material the cage is made of – wire mesh? steel rods? glass? – but does it really matter? We all understand the cage is a see-through medium; beyond that, we don’t care. The most interesting thing here isn’t even the carrot-munching rabbit in the cage, but the number on its back. Not a six, not a four, not nineteen-point-five. It’s an eight. This is what we’re looking at, and we all see it. I didn’t tell you. You didn’t ask me. I never opened my mouth and you never opened yours. We’re not even in the same year together, let alone the same room … except we are together. We’re close.

We’re having a meeting of the minds.

I sent you a table with a red cloth on it, a cage, a rabbit, and the number eight in blue ink. You got them all, especially that blue eight. We’ve engaged in an act of telepathy. No mythy-mountain shit; real telepathy. I’m not going to belabor the point, but before we go any further you have to understand that I’m not trying to be cute; there is a point to be made.

You can approach the act of writing with nervousness, excitement, hopefulness, or even despair—the sense that you can never completely put on the page what’s in your mind and heart. You can come to the act with your fists clenched and your eyes narrowed, ready to kick ass and take down names. You can come to it because you want a girl to marry you or because you want to change the world. Come to it any way but lightly. Let me say it again: you must not come lightly to the blank page.

I’m not asking you to come reverently or unquestioningly; I’m not asking you to be politically correct or cast aside your sense of humor (please God you have one). This isn’t a popularity contest, it’s not the moral Olympics, and it’s not church. But it’s writing, damn it, not washing the car or putting on eyeliner. If you can take it seriously, we can do business. If you can’t or won’t, it’s time for you to close the book and do something else.
Wash the car, maybe.”