2008 Email Design Guidelines

The quick and dirty guidelines

If you want to dive right in and just need some direction, here’s the outline:

  • Don’t waste your readers’ time — An email inbox is a busy place, you won’t get much attention.
  • Permission matters — Not only do you need to have permission to email people, but it helps to remind them of how they gave you permission, as specifically as you can.
  • Relevance trumps permission — Just having permission is not enough, the content you are sending must also be relevant.
  • Make unsubscribing easy — There’s no point emailing people who are not interested.
  • Image blocking is common #8212; You can’t rely on people actually seeing your images.
  • Bring back tables — Structural tables are still often necessary for creating columns.
  • Add online styles — Gmail removes anything else.
  • Don’t forget your plain text version — You can make blocks of text more readable.
  • Meet your legal obligations — For example, CAN-SPAM for US senders.
  • Test, test, test — It’s the only way to be confident about your design working.

Read the full article in Campaign Monitor

In Acessibilidade, Design, Publicidade, Webdesign.

About O Chato do Aquario

Ainda nos estranhos anos da década de 70, enquanto ouvia Ziggy Stardust e Joy Division, dizia que queria ser astronauta, mas rapidamente se apercebeu que não tinha estatura, e que ir para os EUA, estava fora de questão por razões financeiras. A “culpa” da descoberta da computação deveu-se ao seu tio (um dos primeiros Analistas Programadores existentes no nosso país), o qual também contribuiu para a descoberta de dois tipos de “informáticos”: os que vivem nas caves escuras e frias, e que passam 20h/dia a olhar para linhas de código que geram outros milhares de linhas de código; e os que vibram com o interface com o utilizador, que fazem bonecos, mais ou menos articulados em 3 dimensões, e que eventualmente até conseguem interagir com eles. Foi claro nessa altura que escolheria a 2ª opção. Tinha então um problema: Como fazer para trabalhar numa área que praticamente não existia em Portugal (A Computação Gráfica e a Realidade Virtual). Começou então o seu percurso pedindo aos seus pais que lhe dessem um ZX Spectrum, que mais tarde se transformou num PC Amstrad, e no qual começou a experimentar formas de criar ambientes gráficos para interagir com o utilizador. Muitas experiências, mais ou menos psicadélicas, mais tarde acabou por licenciar-se em Informática na Faculdade Ciências da Universidade de Lisboa, e efectuar estágio (eu diria, construir o meu próprio estágio, em Realidade Virtual, na dita faculdade). Durante esse período viu algo a acontecer: A Internet estava a nascer. E não era apenas o protocolo TCP/IP que estava a evoluir para uma escala planetária, mas sim o interface com utilizador, e o potencial de funcionalidades, serviços e produtos que dai poderiam nascer. Dedicou-se então, à investigação mais aprofundada, deste novo meio e na 1ª oportunidade começou à procura de uma empresa que o pudesse “patrocinar” na sua vontade de fazer e aprender. Devido ao volume de trabalho que um empregado (web designer) da Telepac tinha (até então das poucas empresas que prestação serviços de desenvolvimento web) de seu nome Pedro Patrício (actual sócio da Wiz interactive) acabou por ser convidado a integrar os quadros desta empresa, na qual rapidamente, se apercebeu que o futuro e a oportunidade de fazer mais e melhor, não iria passar por aquela empresa. E por isso saiu ao fim de 2 anos, para montar o seu próprio negócio: Uma empresa que prestasse um serviço de comunicação digital num meio em que acreditava seria o futuro de todos os meios de comunicação, e assim, a 11 de Setembro de 1998, nasceu a Wiz Interactive. Passados 15 anos, o negócio floresce, a diversificação de clientes e formas de abordar a sua comunicação cresce com ele. Os 15 anos estão também ligados a 3 filhos, 2 mulheres (esperando que seja o número final), e a oportunidade de se ter cruzado com centenas de pessoas de vários meios, etnias, culturas e idades e muitos momentos de felicidade, algumas enxaquecas, mas acima de tudo o mesmo gozo por fazer aquilo que faz tal como no dia em que o seu tio e o seu pai o “ligaram” a este maravilhoso mundo novo.

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