UNHATE

UNHATE.

A nova campanha da Benetton que marca o regresso da marca ao discurso polémico que tanto nos fez pensar nos anos 90. Unhate, don’t hate. Uma campanha conteúdo que puxa pela vontade de cada um para fazer um statement social e político.

Num mundo como o nosso, com tantas coisas boas e más, com tanta manifestação e ocupação, com tanto poder social e tanta mudança de paradigma, UNHATE parece simples e demasiado complexo ao mesmo tempo.

Questões políticas à parte, a campanha segue os padrões normais. Um conteúdo muito polémico, gerador de cobertura mediática, apropriado pelos cidadãos e partilhado via rede sociais, amplificando os canais, a visibilidade e a mensagem. Tornado-se a mensagem cada vez mais forte pela apropriação dos meios.

McLuhan afirmou, em 1967, que o Meio é a Mensagem. Não sonhava ele na altura, a importância da Media Social. Mais ou menos que 40 anos depois, a Media Social tornou-se incontornável. E mais do que amplificar a mensagem, credibiliza-a ou descredibiliza-a, impactando a mensagem.

Vejam aqui o site da Fundação UNHATE, o que se anda a dizer no twitter #unhate, as notícias (o Vaticano decidiu agir judicialmente contra a marca, dando ainda maior visibilidade à campanha) e a Kiss Wall.

 

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