About O Chato do Aquario

Ainda nos estranhos anos da década de 70, enquanto ouvia Ziggy Stardust e Joy Division, dizia que queria ser astronauta, mas rapidamente se apercebeu que não tinha estatura, e que ir para os EUA, estava fora de questão por razões financeiras. A “culpa” da descoberta da computação deveu-se ao seu tio (um dos primeiros Analistas Programadores existentes no nosso país), o qual também contribuiu para a descoberta de dois tipos de “informáticos”: os que vivem nas caves escuras e frias, e que passam 20h/dia a olhar para linhas de código que geram outros milhares de linhas de código; e os que vibram com o interface com o utilizador, que fazem bonecos, mais ou menos articulados em 3 dimensões, e que eventualmente até conseguem interagir com eles. Foi claro nessa altura que escolheria a 2ª opção. Tinha então um problema: Como fazer para trabalhar numa área que praticamente não existia em Portugal (A Computação Gráfica e a Realidade Virtual). Começou então o seu percurso pedindo aos seus pais que lhe dessem um ZX Spectrum, que mais tarde se transformou num PC Amstrad, e no qual começou a experimentar formas de criar ambientes gráficos para interagir com o utilizador. Muitas experiências, mais ou menos psicadélicas, mais tarde acabou por licenciar-se em Informática na Faculdade Ciências da Universidade de Lisboa, e efectuar estágio (eu diria, construir o meu próprio estágio, em Realidade Virtual, na dita faculdade). Durante esse período viu algo a acontecer: A Internet estava a nascer. E não era apenas o protocolo TCP/IP que estava a evoluir para uma escala planetária, mas sim o interface com utilizador, e o potencial de funcionalidades, serviços e produtos que dai poderiam nascer. Dedicou-se então, à investigação mais aprofundada, deste novo meio e na 1ª oportunidade começou à procura de uma empresa que o pudesse “patrocinar” na sua vontade de fazer e aprender. Devido ao volume de trabalho que um empregado (web designer) da Telepac tinha (até então das poucas empresas que prestação serviços de desenvolvimento web) de seu nome Pedro Patrício (actual sócio da Wiz interactive) acabou por ser convidado a integrar os quadros desta empresa, na qual rapidamente, se apercebeu que o futuro e a oportunidade de fazer mais e melhor, não iria passar por aquela empresa. E por isso saiu ao fim de 2 anos, para montar o seu próprio negócio: Uma empresa que prestasse um serviço de comunicação digital num meio em que acreditava seria o futuro de todos os meios de comunicação, e assim, a 11 de Setembro de 1998, nasceu a Wiz Interactive. Passados 15 anos, o negócio floresce, a diversificação de clientes e formas de abordar a sua comunicação cresce com ele. Os 15 anos estão também ligados a 3 filhos, 2 mulheres (esperando que seja o número final), e a oportunidade de se ter cruzado com centenas de pessoas de vários meios, etnias, culturas e idades e muitos momentos de felicidade, algumas enxaquecas, mas acima de tudo o mesmo gozo por fazer aquilo que faz tal como no dia em que o seu tio e o seu pai o “ligaram” a este maravilhoso mundo novo.

You’ve made it. And also Unit9, Google Chrome Team and Disney Interactive Media Group.

Find Your Way To Oz‘ is a new Chrome experiment inspired by the upcoming feature film ‘Oz The Great and Powerful’. Developed by UNIT9 the 3D environment is built entirely on WebGL and CSS3. Find you own journey…

Making off: http://www.html5rocks.com/en/tutorials/casestudies/oz/

2 FACES é uma exposição que inaugura a 14 de Julho, às 18h30, no Cinema São Jorge, e que estará aberta ao público até 31 de Julho.

2 FACES revela 10 histórias de pessoas que tiveram um passado problemático e “recuperaram a face”, exprimindo a representação de duas forças que residem no indivíduo: capacidade de transformação e a força para agir. Com o objectivo de retratar a capacidade de mudança inerente ao ser humano, 2 FACES explora a expressão “ter duas caras”, que remete para a ideia de desconfiança, mas que também pode ser interpretada como sinónimo de uma renovação onde aprendizagem passada contribui para criação de um futuro diferente.

A exposição 2 FACES ganha expressão sob três formas primordiais de retrato: a fotografia, a entrevista e o desenho.

As fotografias e entrevistas (presente) recolhidas são entregues a 10 ilustradores profissionais que, através do desenho (passado), completam a dicotomia de cada pessoa.

As ilustrações estão a cargo dos ilustradores portugueses Afonso Cruz, José Carlos Mendes, Nuno Saraiva, Pedro Carmo, Pedro Gonçalves, Pedro Zamith e Rui Morais, dos espanhóis Antónia Santolaya e Enrique Flores e do pintor Ricardo Paula.

As fotografias são da autoria de Luís Mileu, co-autor do projecto com Ricardo Henriques numa parceria com a revista CAIS.

2 FACES tem o apoio da EGEAC, do Movimento SIM e de várias entidades de solidariedade. Quanto à produção teve o apoio da Ocyan, da agência WIZ que fez o sítio e do atelier MAGA que criou toda a imagem gráfica.

A exposição é completada com o site interactivo que fornece mais pormenores sobre cada artista e sobre as vidas de Luís, Josinda Mário, Anabela, Amílcar, Ilda, José, António, Manuel e Maria.

The project of Askan Thomas (a Danish Wiz Interactive Trainee) about a character, is invisibility in Lisbon and H. C. Anderson.

Producer: Askan Thomas
Casting: Askan Thomas
Story: Lisboa, H. C. Anderson & Askon
Music: Askan Thomas
Photographer: Askan Thomas
Editing: Askan Thomas
Artwork: Askan Thomas
Technical Coordinator: Nuno Mendes

Made with Adobe Illustrator and After EfffectsinWizible

WIZARD WANTED

Na WIZ Interactive estamos a recrutar um(a):

WIZARD

Com vontade e à vontade para trabalhar em:
> Flash AS3, bibliotecas 3D AS3, Adobe Air
> HTML, CSS e JavaScript
> edição básica de imagem em Photoshop e Illustrator

Bate certo contigo?

Conhece-nos em www.wiz.pt
Candidata-te em www.guidetothatparticulargalaxy.com/form/

 
 
 
 
 

Há semanas (a memória já me vai falhando, não sei há quantas, 5 ou 6…) partilhei este vídeo no Facebook e as reacções (sim continuo a escrever com consoantes mudas, esta é uma daquelas que se tirar o “c” parece que estou a falar de suinicultura) foram positivas, o pessoal gostou, falou-se do nosso querido ICEP… nada de mais.

Na altura achei que o video era um postal bonito da Islândia, convidativo, mas talvez por falta de tempo ou mesmo de disponibilidade mental (eu sei, eu sei…) não escrevi o porquê de tudo isto, e o que é que isto têm a ver connosco (Portugal).

Continua aqui.

Veja-se a utilização das redes sociais pelos candidatos à Presidência da República.

Cavaco Silva
http://cavacosilva.pt/

facebooktwitteryou tubesapo vídeosvimeoflickrfour squareSound cloudwikipédia

Defensor Moura
http://www.defensormoura.com
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Fernando Nobre
http://www.fernandonobre2011.com/

Francisco Lopes
http://www.franciscolopes.pt/

Francisco Lopes on Facebook

José Manuel Coelho
http://coelhopresidente.wordpress.com/

Manuel Alegre
http://www.manuelalegre.com/

YouTube Twitter FaceBook Flickr RSS Feeds

Fonte: Autarquia Digital via cibertransistor.com

Aqui está a prova de que mais não é necessariamente melhor.
O candidato Cavaco Silva está em todas as “grandes” redes sociais, mas os resultados ficam muita aquém do que seria de esperar. Senão vejamos:

Twitter – 1323 seguidores (0,2% dos total de utilizadores em PT) com muito poucas interacções com os seus followers. Aliás se pesquisarmos por hashtags relacionadas com o candidato Cavaco a maior parte delas são negativas. Aliás, curiosamente, uma das Hashtag mais populares dos últimos tempos é #Cavaconunca. Comparem com a hashtag #fernandonobre

Flickr – inexpressivo. Muito poucos views, praticamente nem um comentário (mesmo que fosse negativo). A minha mulher tem mais sucesso no Flickr.

YouTube – Tirando o vídeo de apresentação da candidatura (que obteve 1101 views) a maior parte dos vídeos quase ninguém os vê (menos de 150 views por video). Os vídeos do Fernando Nobre são mais vistos que o do actual presidente (202 por video).

Sapo Video – É melhor nem falar. Seria de esperar que pelo menos os militantes do PSD fossem ver os videos do “seu” presidente.

Foursquare – Basicamente os eleitores não querem saber onde anda o Candidato (140 amigos), logo nas interacções temos: DAYS OUT 16, CHECK-INS 27, THINGS DONE 2 (2 ????! – Só fez 2 coisas?).

Ou seja, não sei quem vai ter de prestar contas relativamente ao budget que está a ser gasto na campanha de Cavaco Silva, mas acredito que não seja pouco para gerir todas estas redes e conteúdos, mas sinceramente, o resultado (pelo menos em algumas delas) não está a ser nada famoso.

Gostaria muito de ter acesso às verbas para comparar no dia 23 com o ROI dos candidatos.

Segundo as sondagens de hoje Cavaco Silva vencerá na 1ª volta, mas certamente não será pela influência das Redes Sociais.