28.03.14
Uma aventura.

Trabalhar com vocês foi uma aventura. Não. Foram muitas aventuras.

Algumas boas outras más. Todas desafiantes. Foram 4 anos de “oh Tats!”, de singelos momentos, de cocktails na copa, de minis ao final da tarde, de bricolage, de “faz-me aí um copy” e “precisamos de um novo post”, de bolas de sabão à janela, de “isso vai já para o Wiz que disse!”, de bonecos em cima da mesa, de roupas iguais, de janelas abertas e janelas fechadas, de ar condicionado ligado e desligado… de sorrisos, de lágrimas, de gritos e palavras de reconhecimento. Foram 4 anos com dias em que a distância entre um  ”ainda não estás lá” e um “é mesmo isso, bom trabalho” foi grande e pequena, foi tortuosa e simples. Foram 4 anos com tudo a que tive e tenho direito. E muito mais… por isso, obrigada.

“Pronto, lá está esta gaja a escrever como o caraças só porque é copy e tem a mania que é das letras e tal.” Aguentem só mais um bocadinho.

As agências fazem-se de pessoas. Aqui conheci muitas pessoas, de todas as formas e feitios. Aprendi muito com cada uma delas. Vivi cada uma delas como um tesouro muito mais importante do que qualquer livro. Levo daqui algumas (e não estou a falar da Junça), mas levo-as porque conquistei a amizade delas ao dar a minha.

Fui uma wizard de corpo e alma e gostei de o ser. Parti pinhatas, parti a cabeça, escrevi, pintei, colei, cortei e cortei-me, mas diverti-me sempre.

Guardarei os momentos, mais do que os papéis, mais do que os bonecos, mais do que as garrafas vazias… mais do que as fotografias.

Mas vá, vamos lá tirar a fotografia da praxe, que eu quero é guardar tudo.

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Até já wizards!

Eis que me vou. É verdade, dois anos volvidos e parece que foi ontem que esta família me acolheu.

Tenho 3 coisas que não podem ficar por dizer:

1. Obrigada.

(Ao Nuno e ao Pedro por terem acreditado em mim, ao Angelo por tudo o que me ensinou, como pessoa e como profissional, à Tats e ao Dani por terem sofrido as minhas dores e por me terem provado que a loucura pode ser vivida a três. Ao Zé pela amizade e “varrimentos do nice”, à Melisa por falar a mesma língua que eu, à Diana pela paz, à Susana por se ter tornado Família, à Nádia pelo “nem tudo o que parece é” e ao Ninja por me ter feito acreditar que as gajas do Algarve até podem ser fixes. Ao Nico e à Té pelos sorrisos na desgraça, ao Pina por ser o meu puto, à Mónica por cuidar do mundo e à Ana Ligeiro pelo Lai Lai Lai Lai. Por fim, mas não com menos importância: à Joana Neves porque soube a pouco, ao Bruno por me provar, todos os dias, que ser normal é a cena mais aborrecida do mundo, ao Gonçalo por rir alto o suficiente para se conseguir ouvir, e ao Grande César, O “peguiçoso”.)

 

2. Obrigada.

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3. Até já.

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Beijos

Jay

Survival Kit é um projecto interno da nossa designer Susana Carvalho. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

Entra em cena a Jay Jay:

Notebook - O reflexo da minha cabeça, das minhas ideias, das minhas tarefas e das minhas decisões.

Caneta Uni-ball - É a única que utilizo. Com ela, as palavras deslizam.

Pinças - Como organizadora compulsiva esta é a minha arma de eleição.

Saco de água quente - Sou friorenta. Isto é ponto assente.

Phones - Sou a chata que está sempre de phones. Porquê? A música é o meu estado de alma. Para tudo há uma banda sonora.

Caneta gigante - Um presente de quem também escreve e sabe que nas palavras está a maior força do mundo.

Foto - Sou um ser social. Acho que até demais.

Sigg - Água, Água, Água… o melhor da vida.

Óculos - Sou aquela pessoa que foi melhorando a visão à medida que cresceu, o que não quer dizer que sejam dispensáveis.

Manta - Foi a minha mãe que me ofereceu. Ela sou eu, eu sou ela. Já mencionei que sou friorenta?

Bolsinha Bainha de Copas - Gosto de moda. Mas gosto mais ainda de organização e por isso lá dentro tenho um mundo de coisas que preciso e outro que se calhar não preciso.

Survival Kit é um projecto interno que saiu da cabeça desta menina. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

Susana Carvalho estás pronta?

Ipad Mini – Device mini-me que me ajuda a manter actualizada.

Banana – Na escola, a minha alcunha era “Susana Banana” (e também gosto muito do fruto).

Phones – Não consigo viver sem música.

Óculos – Sou toupeirinha, não vejo um palmo à frente.

Rebuçado Dr. Bayer – É bom para a tosse!

Relógio Casio dourado – Mesmo a usar o relógio chego sempre atrasada.

Wacom Tablet e Pen – São as minhas “outras” mãos.

Batom Labello - Sou a favor da hidratação.

Caricatura – O meu sorriso é a minha imagem de marca. Só se vê dentes. E claro, a minha franjinha.

Livro ‘Velocity’ – Um livro de referência que me faz lembrar: ler nunca é demais.

 

 

Survival Kit é um projecto interno da nossa designer Susana Carvalho. Procura responder à pergunta “Se acontecesse uma catástrofe na tua agência o que levarias contigo?” – e explorar o conflito entre o que é prático, valioso e sentimental.

Chegou a vez do Angelo Marques.

Bloco de Notas – Criativo que se preze não pode ser apanhado sem um “sketchbook”. No meu caso serve para escrever e desenhar coisas que depois, mais tarde, não percebo.

Ipod – Para mim a música é o molho deste pires de caracóis que é a vida. O meu iPod é tipo, o pão… Mnham.

Pistola-Cantil – Um recipiente metálico devidamente camuflado para bebidas alcoólicas (as outras enferrujam). Mad Men meets Boardwalk Empire. Também é útil para assaltar míopes.

Mão com “Toma” – É uma medida preventiva. Previne tendinites nas outras mãos que já estão fartas de fazer “tomas”.

Óculos de Sol – “Com os meus óculos escuros sou o Jack Nicholson. Sem eles, sou um gordo de 60 anos” – não o diria melhor.

Óculos de Míope – Só não os uso em frente ao espelho. Sem eles ainda era assaltado por algum maluco com uma pistola-cantil na mão.

Carta “Saia da Prisão Grátis” – Porque nunca se sabe o que vai acontecer ao assaltar um míope com uma pistola-cantil na mão.

Frigorífico USB – É onde guardo a pistola-cantil para manter a munição fresca.

Uma Polaroid com o Pina – Sempre que alguém perde uma Polaroid com o Pina, um gatinho bebé é esmagado por elefantes na Índia (sem querer, claro).

Tabaco, Mortalhas & Filtros – Já dizia o Lincoln que gajos sem vícios também não têm virtudes – e diz quem sabe que o Abe sabia o que dizia.

Kindle – O iPod das letras. Cada vez que o “abro” imagino um bando de livros furiosos a gritarem “TRAIDOR!!!”.

Digam olá à Joana Neves a nossa nova Directora de Contas! Pelo que consta, antes de nos encontrar, andou pelo mundo a ver o que se fazia por aí. Conheçam-na aqui:

Joana Neves

Wiz: Se tivesses um grau de parentesco na família Wiz serias uma avó atenta, uma tia amiga, uma prima curiosa ou uma irmã exigente?
Joana Neves:  Posso ser um unicórnio?

W: Já deste um saltinho a Londres, verdade? O que fazias por lá?
Joana Neves: Depois de ter vindo de terras africanas, senti a necessidade de passar frio e ir para Londres, pelo caminho fiz um projecto para a BMW- MINI  em  Espanha. Quando cheguei a Londres integrei na equipa de Summits da Marcus Evans, fazia a gestão de clientes, pesquisa e prospecção de patrocinadores nacionais e internacionais para conferências “B2B”.

W: Quando regressaste ao Portugal à beira-mar plantado qual foi a primeira coisa que fizeste?
Joana Neves: Pus os pés na areia e dei um mergulho no mar para renovar energias.

W: O mundo digital não é novo para ti, mas digamos que é uma relação em crescimento, certo? Qual é a tua meta?
Joana Neves: Sim tenho progredido nesta área. Ora bem, desde 1999 que tenho Gmail, Facebook abri conta em 2009, Pinterest em 2011 e em 2013 iniciei-me no Instagram. Deixei o “tijolo” e passei para um smartphone, do pc para um mac. Quanto à minha meta é evoluir e desafiar – os outro e a mim mesmo, constantemente.

W: Podes confessar-nos 3 passos essenciais para conquistar um cliente?
Joana Neves: Começar por conhecer o cliente, ter uma atitude positiva e simpática perante a pessoa que temos à frente é fundamental. Depois é ir ao encontro das suas necessidades apresentando-lhe soluções criativas que é o que gostamos de fazer.

W: Faz de conta que é fim do ano e tens de fazer as tuas resoluções. O que prometes para a Wiz?
Joana Neves: Gostaria de levar a Wiz além fronteiras, parece-vos bem?